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terça-feira, 11 janeiro, 2011

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BAHIA: Datafolha exclui de novo Bahia de pesquisa eleitoral

segunda-feira, 1 setembro, 2014

Folha e TV Globo contrataram a pesquisa eleitoral

Pela segunda vez, sem explicação plausível, o Datafolha exclui a Bahia de suas pesquisas eleitorais sobre a sucessão estadual e a presidencial. Uma nova sondagem começou a ser feita pelo instituto, a pedido da Folha e da TV Globo, de hoje até esta quarta-feira, sobre o cenário presidencial. Os estados a serem pesquisados em datas variadas, no mesmo período, são São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Ceará e Distrito Federal.

Política Livre


Um “exemplo” a ser seguido

segunda-feira, 1 setembro, 2014

Os tucanos dizem que a candidata do PSB a Presidente da República, Marina Silva, não tem equipe, e que a candidata do PT, Dilma Rousseff, perde a aprovação dos eleitores porque o país não aguenta mais o mesmo partido 12 anos de poder.

Mas esta seria a própria razão de eles, tucanos, estarem perdendo em Minas Gerais, reduto de Aécio Neves e onde estão há 12 anos no poder.

O candidato Fernando Pimentel, do PT, tem 37% das intenções de voto em Minas Gerais, enquanto que o candidato Pimenta da Veiga, do PSDB, 23%.

Como podem assumir uma posição crítica com relação aos motivos que levam Dilma a cair, se eles mesmos estão perdendo violentamente em Minas?

Como eles podem se dizer exemplo de coerência partidária se são o próprio exemplo do que criticam no partido governista?


Roberto Carlos ganha apoio da JS da Bahia

segunda-feira, 1 setembro, 2014

Fonte: MCS – http://www.carlosbritto.com

Em busca da renovação do seu mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o deputado Roberto Carlos (PDT) conquistou esta semana o apoio da ala jovem do partido, a JSPDT.

Para o presidente da JSPDT, Aldo Queiroz, as ações do parlamentar na Assembleia – a exemplo de um Projeto de Lei que torna obrigatório aos clubes de futebol do Estado, sejam profissionais ou amadores, assegurarem que seus jogadores menores de 18 anos estejam matriculados em uma instituição de ensino – mostram o compromisso dele com os jovens.


Fernando Brito: “Nada parece mais com Marina do que a eleição de Collor”

segunda-feira, 1 setembro, 2014
Fonte: OM – Fernando Brito/Tijolaço

Há  menos de um ano, Marina Silva não conseguia reunir meio milhão de assinaturas para formar sua Rede Sustentabilidade.

Hoje, diz o Datafolha, ela teria 100 vezes mais pessoas – 51 milhões de brasileiros – dispostos a entregar-lhe não o comando de um partido, mas o comando de suas vidas e seu destino.

Mesmo que a gente já saiba que pode haver aí alguma “bonificação” das pesquisas, é um fato concreto que ela é a candidata de uma parcela expressiva de brasileiros.

A ilusão de que não há um fato real  turbinado no irrealismo estatístico das pesquisas é um erro que só nos leva à confusão e à perda da capacidade de combate.

Os números podem ser irreais, o que importa? É apenas parte da máquina de propaganda que já se enfrentou e sabia-se que não seria diferente agora.

O projeto de Brasil justo e desenvolvido está, de fato, em perigo.

O que produziu isso?

A resposta é a mais simples possível, evidente a todos: a mídia.

Nada se parece mais com Marina Silva que a eleição de Fernando Collor de Mello.

É um factóide destinado a produzir um único efeito: derrotar Dilma e Lula, como Collor destinava-se apenas a derrotar Brizola e o próprio Lula em 1989.

Só que agora, para derrotar o projeto nacional-desenvolvimentista que ambos representam.

O que era Collor, senão um político local transformado pela mídia em “caçador de marajás”, tanto quanto a “nova política” diz ser a negação dos vícios da democracia brasileira, não importa que reproduzindo e empolgando tudo o que há de mais retrógrado neste país que, sem cerimônia, migra de Aécio Neves para ela?

É um cogumelo – que brotou mais rapidamente, é verdade, porque a mídia, na esteira de uma tragédia, a transformou, em 15 dias, em tudo o que ela não é – mas também algo sem densidade, sem projeto, sem nada que seja a sua imagem de  mulher autoritária, sempre capaz de projetar-se como não-política, embora o seja há 20 anos, e uma moralista.

Marina ainda pode ser evitada, mas não com uma campanha insossa e “propositiva”.

Marina não propõe coisa alguma senão o que já propunha Aécio Neves, sem o mínimo sucesso.

Seu trunfo é, alem da exposição nauseante na mídia, a despolitização do país.

Despolitização que boa parte do PT ajudou a se construir.

O Datafolha solidifica o que já está claro para todos.

Marina é a candidata da direita e a sua penetração na juventude e na classe média emergente é fruto de uma visão limitada de que o progresso social, sem polêmica, sem debate, é o bastante para fazer vitorioso um projeto político.

Só há um discurso correto para enfrentá-la: é dizer claramente ao povo brasileiro que ela é a negação deste progresso.

Que, por detrás de sua figura frágil, estão as forças que fizeram tudo o que este país procurou vencer nestes 12 anos.

Mas o PT e o Governo comportam-se de forma tímida e covarde diante disso.

Tornaram-se “pragmáticos” e não reagem com a coragem que a hora exige.

Parece que há um temor reverencial que, no máximo, permite-lhes dizer que é inexperiente.

Pode não ser experiente em administração, embora o mais correto seja dizer que nisso é desastrosa.

Mas Marina não é inexperiente, porque há uma década constrói um processo pessoal de poder, pulando de galho em galho e não hesitando em conspirar contra tudo que a tornou uma personagem conhecida.

É preciso dizer claramente ao povo brasileiro o que sua candidatura significa, ainda que isso possa não ser o mais “simpático” eleitoralmente.

Que ela é a candidata das elites que Aécio Neves não conseguiu ser e que suas poucas propostas em nada diferem das do tucanato em ocaso: liberdade total ao capital financeiro, destruição da “era Vargas” que Lula representou, ruína do projeto nacional.

O povo brasileiro não a identifica com isso, até porque ninguém o diz.

Porque a construção da Marina candidata é feita de vazio e não se derrota o vazio sem conteúdo.

Não é desaparecendo ou calando que vamos contribuir para que o povo brasileiro compreenda o que está em jogo.

Nem tratando Marina Silva como uma “pobre coitada” a quem faltaria capacidade.

Ela a tem, sobretudo a de se emprestar às piores causas sob o discurso da moralidade.

Quem não tiver coragem de enfrentar o que ela representa, não merece representar algo diferente.


BRASIL Eduardo Jorge critica “recuo” em programa de Marina

domingo, 31 agosto, 2014

Candidato do PV à Presidência, Eduardo Jorge

O candidato do PV à Presidência, Eduardo Jorge, divulgou nota na qual critica o que chamou de “recuo” no programa de governo da concorrente Marina Silva (PSB) no que se refere à causa LGBT. O PSB divulgou hoje errata a respeito do tema no plano de governo anunciado ontem, com uma nova versão mais genérica do que a original. Foi pelo PV que Marina disputou a Presidência da República em 2010.

Segue abaixo a íntegra da nota de Eduardo Jorge:

ESTADO LAICO?
Divulgado ontem solenemente o Programa do PSB, registramos o avanço que havia em relação aos direitos das pessoas que querem ver respeitada sua livre orientação sexual. Durou pouco.
Bastou um influente pastor reclamar e ameaçar uma guerra santa e a campanha do PSB recuou em dois pontos essenciais: o reconhecimento do direito ao casamento para estas pessoas e na gravidade dos crimes de homofobia.
Outro aspecto pouco edificante, atribuir aos redatores do Programa algo que foi apresentado por um dos mais preparados quadros dirigentes do PSB, Maurício Rands.
Quanto à interrupção da gravidez, o PSB em nada muda a atual legislação que considera criminosas as milhares de mulheres que por algum motivo o fazem. O atendimento das exceções previstas na lei já é feito desde 1989. Mais uma vez, nada novo.
Fica nossa preocupação/constatação: será para valer mesmo a promessa do PSB de adotar uma política laica se por acaso conseguir vencer esta eleição presidencial?

Politica Livre


Miro Teixeira comenta ataques de Aécio Neves à Marina Silva

sábado, 30 agosto, 2014

>> Candidata à presidência, Marina Silva faz campanha na Rocinha

Em entrevista ao Jornal do Brasil, Miro comentou os ataques de Aécio Neves, candidato do PSDB, à candidatura de Marina. Sobre a candidata, o tucano disse que “o Brasil não é para amadores”, alegando que Marina não teria experiência para assumir o governo do Brasil. “Campanha eleitoral tem esses momentos mesmo [ataques dos tucanos], conforme vai se aproximando as eleições, há tensões. Se cada um tiver coisas sobre a vida do outro tem que falar mesmo, para o povo conhecer e decidir sabendo a verdade sobre cada candidato. A Marina tem o estilo que não a permite fazer isso, mas, se tem outros que têm esse estilo, que faça e o povo avalia. Por que, se uma pessoa está na vida pública e conhece mal feitos de outro candidato, espera o processo eleitoral para revelar? Tem que encaminhar logo para o Ministério Público. Fica muito mal o discurso ‘agora vou bater’. É um aproveitador, mas estamos prevenidos e vamos enfrentar qualquer adversário”, declarou.

Sobre a mudança no programa de governo, referente ao casamento LGBT, o candidato disse que “a expressão casamento está sempre ligada a uma questão religiosa. Programa de governo não tem que entrar nesse mérito, tem que haver a liberdade de expressão, o estado laico. Isso acaba afastando outras discussões que têm que acontecer, como a corrupção”.

Miro Teixeira
Miro Teixeira

Outra mudança no programa de governo foi referente à energia nuclear. Miro também comentou o caso dizendo que “a Marina nunca disse que vai reduzir os investimentos no pré-sal no plano de política energética. Ela quer sim aprofundar a exploração de energia renovável, é o etanol. Ela quer explorar a energia eólica. A Marina me disse isso agora há pouco, vindo para cá [comunidade da Rocinha]. Ela não disse que vai parar o pré-sal, o mundo não vive sem o petróleo. A exploração de energia renovável tem investimento em pesquisa no mundo inteiro, o petróleo acaba em algum momento. O mundo inteiro aproveita a exploração de petróleo hoje”.

Miro falou também sobre Maria Alice Setubal (Neca Setubal), socióloga e filha do fundador do Banco Itaú. Conselheira e amiga de Marina, Neca coordena a elaboração do programa de governo da chapa, enquanto Eduardo Campos ainda era o candidato à presidência. “A Neca só tem a ajudar a nossa campanha. Ela é uma grande conhecedora da área da educação, uma pessoa muito aplicada às pesquisas publicadas na Rede Sustentabilidade. Só acessar as páginas da Rede que vai notar que o grande número de trabalho é da Neca, e não é de hoje que ela faz isso”.

Por fim, o candidato comentou sobre a inflação e a ausência de números no plano de governo. “Se você conversar com as pessoas que estavam trabalhando na campanha de Eduardo Campos você terá os números que quiser. Uma publicação de plano de governo é algo mais ligado aos compromissos. Agora, o detalhamento você poderá obter, eu posso obter para você, o Giannetti [economista Eduardo Giannetti da Fonseca, assessor econômico de Marina] pode ver isso. O Giannetti tem visto isso para a Rede Sustentabilidade”, finalizou.


Coligação de Rui garante continuar utilizando informações sobre Dantas Bião

sábado, 30 agosto, 2014
Por: Juliana Nobre (Twitter: @julianafrnobre)

Em resposta à decisão judicial que proíbe a veiculação de imagens externas com entrevistas de cidadãos sobre a construção do Hospital Regional Dantas Bião, em Alagoinhas, a coligação ‘Pra Bahia Mudar Mais’ garante que vai continuar utilizando a informação que Paulo Souto (DEM) não construiu a unidade hospitalar.

Na tarde desta sexta-feira (29), a Justiça Eleitoral determinou a retirada das cenas externas dos intervalos comerciais de programas de TV. A coligação do petista já utiliza o vídeo nas propagandas eleitorais, o que é permitido.

De acordo com o advogado, Pedro Scavuzzi, o juiz Márcio Reinaldo Miranda Braga que determinou a retirada, entendeu que as cenas de entrevistas são consideradas montagens, e que neste caso, não podem ser exibidas como propagandas publicitárias. “Vamos continuar utilizando a informação até porque o Hospital Dantas Bião não foi feito na gestão do candidato da Coligação Unidos pela Bahia.

Ainda segundo Scavuzzi, a coligação oposicionista entrou com várias ações tratando do mesmo tema, tendo inclusive diversas decisões negadas pelo magistrado Francisco de Oliveira Bispo (Representações n. 283611; 285092; 278415 e 278767). “A placa descerrada por Souto no próprio Hospital prova que ali foram feitas apenas reformas. Isso foi entendido pelo Juiz Francisco Bispo, que decidiu pela continuidade das exibições do conteúdo da propaganda, bem como pelo próprio Juiz Marcio Braga que prolatou a decisão citada na notícia.”

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