Bem Vindo ao Blog do Professordesiderio

terça-feira, 11 janeiro, 2011

Riachão: Programação do São João tem Matheus & Kaun, Alcymar Monteiro, Marcia Felipe, Del Feliz e muito mais

segunda-feira, 30 maio, 2016

0843

 

Matheus & Kauan será uma das grandes atrações da festa

A programação do São João de Riachão do Jacuipe já está quase definida. O primeiro nome anunciado foi o da forrozeira Marcia Fellipe, que foi bem aceita pela população. Depois dela, foram fechados os nomes de Alcymar Monteiro, Del Feliz, Brega & Vinho e, por último, a dupla sertaneja sensação Matheus & Kaun.

Márcia Fellipe é uma forrozeira revelação do Rio Grande do Norte. Neste final de semana, o ônibus da sua banda se envolveu em um acidente, mas ela não estava no mesmo veículo.

Dias depois de fechar com a forrozeira potiguar, a Prefeitura anunciou mais um nome para compor a grade dos seus festejos juninos. Alcymar Monteiro é o segundo nome anunciado. Conhecido como um dos maiores forrozeiros do país, Alcymar já esteve em Riachão em outras oportunidades, sempre deixando boa repercussão. Ele se apresenta no dia 23 de junho, noite da fogueira, que também terá a animação do jacuipense Olivan Monteiro.

Além destes dois nomes, o jacuipense Del Feliz é outro artista que vai compor a grade. Vivendo uma nova fase em sua carreira depois que participou do The Voice Brasil, Del retorna aos festejos juninos de Riachão até mesmo para superar um impasse causado no São João do ano passado, quando um atropelo na sua agenda atrapalhou o seu show em Riachão.

“Eu devo isso e queria muito retornar para ter a oportunidade de desfazer aquela imagem que ficou. Não houve culpa minha nem da Prefeitura. Tudo foi por causa do atraso do meu show lá em Pé de Serra; E isso acabou afetando o meu horário de chegada aqui. Mas, agora que tudo se encaminha bem, nós vamos fazer um show para apagar aquela impressão ruim”, comentou Del, satisfeito por retornar aos festejos do munícipio.

Fenômeno sertanejo

A dupla sertaneja sensação do momento, Matheus & Kauan, foi fechada esta semana que passou para completar a grade de artistas da festa junina, que é considerada uma das maiores do interior baiano. A dupla se apresenta no dia 25 de junho, mesma data da Forrozão Brega & Vinho.

Confira abaixo a programação:

Dia 22.06. – Concurso de Quadrilhas e Festival de Sanfoneiros

Dia 23.06. – Del Feliz e Alcymar Monteiro

Dia 24.06. – Olivan Monteiro e Márcia Fellipe

Dia 25.06. – Brega & Vinho e Matheus & Kaun

Dia 26.06. – Poeirão com artistas da terra

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Parada LGBT de São Paulo tem cartazes e gritos de ‘Fora Temer’; veja fotos

domingo, 29 maio, 2016
Jornal do Brasil

0842

Participantes da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo deste domingo (29) portavam cartazes, dizeres pintados no corpo e gritaram palavras de ordem contra o presidente interino Michel Temer (PMDB). Alguns diziam “Temer jamais” e “Marta traíra”.

O coletivo “Ocupe a Democracia” montou uma tenda, estendeu uma faixa contra Temer (PMDB) e estampou camisetas com estêncil. Entre as opções estavam “Amar sem Temer” e “Não pise na democracia”. Adesivos e panfletos também diziam “esse golpe é transfóbico”.

O tema da edição deste ano, que conta com 17 trios elétricos, é “Lei de identidade de gênero, já! – Todas as pessoas juntas contra a Transfobia!”. De acordo com a organização do evento, “a ideia é fazer uma grande mobilização para que a Lei de Identidade de Gênero, atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados, seja aprovada e que todos assumam a luta pelo fim da transfobia no Brasil”.

0841

A Parada contou com a presença de políticos e artistas. O elenco da série “Sense8”, doserviço de streaming Netflix, está na cidade para gravações, que incluem cenas do ato.

Eduardo Suplicy, secretário de Direito Humanos e Cidadania de São Paulo, que compareceu à Parada Gay, destacou pelas redes sociais que o ato foi um “sucesso de confraternização, de respeito e amor entre as pessoas, mulheres e homens, transexuais, homossexuais, cristãos que amam a Deus.”

O deputado federal Jean Wyllys (Psol) também comentou em sua página nas redes sociais que o evento é festa também “por ser o dia de vestir o orgulho de ser LGBT e colocá-lo nas ruas”, de se identificar e lutar por direitos, “contra a violência verbal e física”.

0840

A concentração teve início na Avenida Paulista, na altura do Museu de Arte de São Paulo (Masp), pela manhã. O ato começou oficialmente no início da tarde, em um trajeto da Rua da Consolação até a Praça da República. O show de encerramento será na Praça Roosevelt.

O prefeito Fernando Haddad assinou nesta terça-feira (24) um decreto que torna a manifestação parte do calendário oficial de eventos de São Paulo.


Jorro: São João das Águas Quentes será com muito forró, marca característica da festa nos últimos três anos

sábado, 28 maio, 2016

0839

 

De 23 a 26 de junho a temperatura vai subir em C. do Jorro

A Prefeitura de Tucano mantém a tradição e traz para o público muito pé de serra e forró de raiz, fazendo de Caldas do Jorro um dos principais destinos juninos mais procurados da Bahia

De 23 a 26 de junho, a temperatura vai subir em Caldas do Jorro. E não será porque o frio típico do inverno realçará os 48 graus da água que banha a localidade, mas porque o São João das Águas Quentes, a festa mais quente da Bahia, estará animando milhares de pessoas de todo os cantos da Bahia e do país.

Este ano, a marca característica da festa nos últimos três anos estará ainda mais forte: muito forró e bandas que privilegiam no repertório ritmos como o autêntico pé de serra e o forró de raiz.

Com uma programação repleta de variações do forró, a Prefeitura de Tucano traz para o palco do São João das Águas Quentes 2016 ninguém menos que Adelmario Coelho, o forrozeiro do Brasil; Cangaia de Jegue, dona dos sucessos “Red Label ou Ice”, “Ai se eu te pego” e “Bolo doido”.

O som típico da sanfona, da zabumba e do triângulo do Trio Nordestino vai proporcionar ao público o verdadeiro forró de raiz, enquanto o autêntico pé de serra vai ficar por conta da banda Caciques do Nordeste. O sertanejo, ritmo que conquistou o Brasil, também vai esquentar na Praça com Danniel Vieira, e o romantismo de Menina Faceira vai embalar os corações em um só ritmo: a alegria.

Os artistas da casa, mais uma vez, terão a oportunidade de apresentar seus trabalhos na melhor e mais tradicional festa junina de toda a região. Jurandy da Feira, autor de canções gravadas pelo Rei do Baião, Luiz Gonzaga; França, ex-vocalista da Mastruz com Leite; Puro Desejo, William e Banda e Ivânio & Dell também agitarão a festa.

O São João das Águas Quentes 2016 é uma realização da Prefeitura de Tucano com apoio do Governo do Estado/Secretaria de Turismo/Bahiatursa.

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Áudios mostram que PMDB, DEM, Solidariedade e PSDB financiaram MBL

sexta-feira, 27 maio, 2016
  • Jornal do Brasil

    O Movimento Brasil Livre (MBL), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment de Dilma Rousseff, recebeu apoio financeiro de partidos políticos como o PMDB de Michel Temer e Eduardo Cunha, e do Solidariedade, de Paulinho da Força. O suporte vinha em forma de impressão de panfletos, uso de carros de som, entre outros auxílios.

    O movimento teria negociado ajuda financeira a caravanas também com a Juventude do PSDB, para custos como lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da “máquina partidária” do DEM. As informações são do portal Uol, que divulgou áudios com conversas de integrantes do movimento.

    O MBL ganhou projeção nas redes se colocando como um movimento apartidário e sem ligações financeiras com legendas políticas, e também pedia ajuda financeira de seus apoiadores sem ligações com partidos em redes sociais. Atualmente, continua com campanhas de arrecadação, mas se define como “suprapartidário”.

    A partir de R$ 30, um novo integrante do MBL pode ter direito a votos. As informações estão disponíveis no website do movimento, que também vende produtos como camisetascom os dizeres “Eu derrotei o PT!”, canecas e miniaturas do chamado “pixuleco”.

    De acordo com o Uol, os pedidos de ajuda financeira a partidos teriam ocorrido pelo menos a partir deste ano.

    MBL se colocava como um movimento apartidário e sem ligações financeiras com legendas políticas
    MBL se colocava como um movimento apartidário e sem ligações financeiras com legendas políticas

    PMDB e os milhares de panfletos de divulgação de atos

    O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao Uol que pediu ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse 20 mil panfletos para o MBL divulgar os atos de 13 de março, com a inscrição “Esse impeachment é meu”. A assessoria de Moreira Franco negou a informação ao portal de notícias.

    O material teria sido pago pelo partido e entregue ao MBL, que distribuiu para as sedes regionais. “O MBL auxiliou na logística, distribuindo os panfletos e colando cartazes, mas a Fundação Ulysses Guimarães pagou porque se tratava de uma campanha nossa, da Juventude do PMDB, que nós encampamos”, disse o dirigente da JPMDB.

    O lema “Esse impeachment é meu” foi estampado pelo MBL em camisetas, faixas e cartazes, e reforçado em discursos e vídeos das lideranças do movimento.

    A assessoria do atual secretário-executivo do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) do governo interino, Moreira Franco, disse, no primeiro momento ao Uol, que ele não se recordava se teria pago ou não pela impressão. Posteriormente, negou que o pagamento tenha ocorrido. Já o MBL respondeu apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

    Ajuda das “máquinas” do Solidariedade e do DEM

    Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em uma gravação de fevereiro de 2016 a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março, usando as “máquinas deles também”. Renan diz que o MBL seria o único grupo que realmente estava “fazendo a diferença” pelo impeachment de Dilma Rousseff.

    Renan Santos confirmou a autenticidade do áudio em nota enviada ao portal de notícias. “As manifestações não são do MBL. 13 de Março pertence a todos os brasileiros, e nada mais natural que os partidos de oposição fossem convidados a usar suas redes de divulgação e militância para divulgar a data. Não houve nenhuma ajuda direcionada ao MBL. Pedimos apenas que divulgassem com toda energia possível. Creio que todos o fizeram”, informou nota do MBL.

    A assessoria de imprensa do Solidariedade confirmou a parceria em nota. “O apoio do Solidariedade ao MBL foi com a convocação da militância para as manifestações do impeachment, carro de som nos eventos e divulgação dos atos em nossas redes.”

    O DEM informou que atuou em conjunto com o MBL, mas negou ajuda financeira e material. “O Democratas se uniu aos movimentos de rua em favor do impeachment. Não houve nenhum tipo de apoio financeiro, apenas uma união de forças com os movimentos de rua, dentre eles o MBL”, disse o partido.

    PSDB

    Outra gravação feita no dia 5 de maio mostra o secretário de Mobilização da Juventude do PSDB do Rio de Janeiro, Ygor Oliveira, dando detalhes a colegas de partido sobre uma “parceria com o MBL” para financiar uma manifestação, que foi realizada no dia 11 de maio, em Brasília, durante a votação no Senado que resultou no afastamento de Dilma.

    Oliveira confirmou ao Uol a autenticidade da mensagem, mas disse que a “parceria” não se concretizou. “Isso foi um rascunho de uma parceria, que acabou não dando certo.” Ele também afirmou que não pretende realizar outras iniciativas como esta.

    O MBL confirmou a “aproximação ao PSDB” ao portal, mas deu detalhes sobre a tal parceria. Renan Santos, coordenador nacional do movimento e filiado ao PSDB entre 2010 e 2015, disse que “o MBL não criminaliza a política nem os políticos”. “A aproximação com as lideranças (políticas) foi fundamental para pavimentar o caminho do impeachment.”

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Silvio Humberto defende proteção à Pedra de Xangô no PDDU

quinta-feira, 26 maio, 2016

Silvio Humberto defende proteção à Pedra de Xangô no PDDU

Foto: Valdemiro Lopes / CMS
Uma articulação de entidades do movimento negro e das religiões de matriz africana resultou na inclusão do Parque em Rede Pedra de Xangô e da Área de Proteção Ambiental Vale da Avenida Assis Valente no Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) de Salvador. O vereador Sílvio Humberto (PSB) parabenizou o poder de mobilização e convencimento das organizações. “Nada sobre nós, sem nós. A Câmara sendo pressionada, não pode ser insensível ao clamor do povo de axé, a emenda que foi incorporada é uma ação reparatória numa dimensão imaterial, uma conquista do movimento negro”, ressaltou Silvio Humberto. A mestra em Arquitetura e advogada, Maria Alice Silva, explica que a proposta de emenda foi discutida por um fórum de preservação aos espaços considerados sagrados pelo povo de santo. “Entendendo que o Plano proposto pelo Executivo não contemplava as necessidades do povo de axé e das comunidades tradicionais. Apresentamos a proposta de emenda subscrita por 15 profissionais com estudos técnicos de viabilidade para a implantação da APA do Parque em Rede, uma construção coletiva do movimento negro, do povo de axé dessa cidade”, afirmou.
Bahia Noticias

‘Meta é reduzir direitos trabalhistas’, diz Bresser-Pereira sobre impeachment

quinta-feira, 26 maio, 2016

 

Para jurista, outro motivo é paralisar investigações da Lava Jato

Para o jurista Luiz Carlos Bresser-Pereira, a paralisação da Operação Lava Jato era um dos motivos para o impeachment de Dilma Rousseff, conforme sugeriu conversa entre o senador Romero Jucá (PMDB-RR) e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que acabou vindo a público pela imprensa na segunda-feira (23). No entanto, não era o único.

Em texto publicado em sua página pessoal na rede social facebook, o ex-ministro de FHC ressaltou que a razão principal para a saída de Dilma é implementar a redução direitos sociais dos trabalhadores.

“A meta fundamental dos impichadores é reduzir os direitos sociais dos trabalhadores, e o governo informa que, para isto apresentará quatro reformas constitucionais: desvinculação das despesas com educação e saúde da receita e teto para elas; autorização para que os acordos sindicais prevaleçam sobre a legislação trabalhista; desvinculação de benefícios sociais do salário mínimo; e definição da idade mínima para a previdência”, escreveu Bresser-Pereira.

Jurista Bresser-Pereira
Jurista Bresser-Pereira

Para ele, ajustes são necessários, mas deveriam ser medidas pontuais: “Quanto às reformas constitucionais, é realmente necessário fazer alguma coisa, mas não da forma violenta que está sendo proposta. Uma desvinculação de 20% é razoável, e realmente é necessário estabelecer uma idade mínima de 65 anos, mas com um amplo prazo de carência, porque não há problema fiscal agudo na previdência hoje. A desvinculação dos benefícios sociais do salário mínimo não é necessária, mas sua manutenção significa que o salário mínimo não deverá aumentar mais, em termos reais, do que a produtividade”.


Renan defende mudar lei da delação em conversa com Sérgio Machado

quarta-feira, 25 maio, 2016

Presidente do Senado também falou em negociar “transição” de Dilma com STF
Jornal do Brasil

Novas conversas do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, foram divulgada nesta quarta-feira (25), desta vez com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Na gravação, Renan diz que apoia uma mudança na lei que trata da delação premiada, para impedir que um preso se torne delator. Sugere ainda que também poderia “negociar” “a transição” de Dilma Rousseff com membros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Machado e Renan são alvos da Operação Lava Jato. Nesta semana, outra gravação influenciou a saída do senador Romero Jucá (PMDB-RR), também alvo de investigações, da equipe ministerial do interino Michel Temer (PMDB). As informações são da Folha de S. Paulo.

Machado gravou pelo menos duas conversas com Renan desde março, informa o jornal paulista, que teve acesso aos áudios. Em um deles, Machado sugere “um pacto” para “passar uma borracha no Brasil”, e Renan responde: “antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação”.

Além de Jucá e Renan, Machado também procurou o ex-presidente José Sarney (PMDB). “Ele está querendo me seduzir, porra. […] Mandando recado”, disse Machado a Renan sobre o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Machado frisou que os ministros “têm que estar juntos”, quis saber por que Dilma não “negocia” com os membros do Supremo. “Porque todos estão putos com ela”, Renan respondeu. “Ela [Dilma Rousseff] disse: ‘Renan, eu recebi aqui o Lewandowski, querendo conversar um pouco sobre uma saída para o Brasil, sobre as dificuldades, sobre a necessidade de conter o Supremo como guardião da Constituição. O Lewandowski só veio falar de aumento, isso é uma coisa inacreditável'”, contou o presidente do Senado.

“Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer”
“Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer”
Renan destacou que todos os políticos “estão com medo” da Lava Jato. “Aécio [Neves] está com medo. [Me procurou] ‘Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa’.”

O peemedebista declarou que uma delação da empreiteira Odebrecht “vai mostrar as contas”, em provável referência à campanha eleitoral de Dilma, e Machado respondeu que “não escapa ninguém de nenhum partido”. “Do Congresso, se sobrar cinco ou seis, é muito. Governador, nenhum.”

Renan e Machado falaram sobre conversas do senador e de Dilma com a mídia. O diretor de Redação da Folha, Otavio Frias Filho, e o vice-presidente Institucional e Editorial do Grupo Globo, João Roberto Marinho, são citados. Renan diz que Frias reconheceu “exageros” na cobertura da Lava Jato e que Marinho afirmou a Dilma que havia um “efeito manada” contra o governo dela.

Em nota, Renan diz que “diálogos não revelam tentativa de interferir na Lava Jato”

A assessoria de imprensa do presidente do Senado informou por meio de nota que Renan Calheiros “tem por hábito receber todos aqueles que o procuram”, e que costuma defender “pontos de vista e impressões sobre o quadro”, dentro da Lei e da Constituição Federal.

“Todas as opiniões do senador foram publicamente noticiadas pelos veículos de comunicação, como as críticas ao ex-presidente da Câmara dos Deputados, a possibilidade de alterar a lei de delações para, por exemplo, agravar as penas de delações não confirmadas e as notícias sobre delações de empreiteiras foram, fartamente, veiculadas. A defesa pública de uma solução parlamentarista também foi registrada em vários artigos e colunas e o próprio STF pautou o julgamento do tema. O Senado, inclusive, pediu sua retirada da pauta”, diz a nota.

Sobre o senador Aécio Neves (PSDB-MG), Renan Calheiros “se desculpa porque se expressou inadequadamente”. A nota frisa que o presidente da Casa se referia a um contato do senador mineiro que expressava indignação, e não medo, com a citação do ex-senador Delcídio do Amaral.

“Os diálogos não revelam, não indicam, nem sugerem qualquer menção ou tentativa de interferir na Lava Jato ou soluções anômalas. E não seria o caso porque nada vai interferir nas investigações”, conclui a nota.

Confira os trechos do diálogo divulgados pela Folha de S. Paulo:

Primeira conversa:

SÉRGIO MACHADO – Agora, Renan, a situação tá grave.

RENAN CALHEIROS – Grave e vai complicar. Porque Andrade fazer [delação], Odebrecht, OAS. [falando a outra pessoa, pede para ser feito um telefonema a um jornalista]

MACHADO – Todos vão fazer.

RENAN – Todos vão fazer.

MACHADO – E essa é a preocupação. Porque é o seguinte, ela [Dilma] não se sustenta mais. Ela tem três saídas. A mais simples seria ela pedir licença…

RENAN – Eu tive essa conversa com ela.

MACHADO – Ela continuar presidente, o Michel assumiria e garantiria ela e o Lula, fazia um grande acordo. Ela tem três saídas: licença, renúncia ou impeachment. E vai ser rápido. A mais segura para ela é pedir licença e continuar presidente. Se ela continuar presidente, o Michel não é um sacana…

RENAN – A melhor solução para ela é um acordo que a turma topa. Não com ela. A negociação é botar, é fazer o parlamentarismo e fazer o plebiscito, se o Supremo permitir, daqui a três anos. Aí prepara a eleição, mantém a eleição, presidente com nova…

[atende um telefonema com um jornalista]

RENAN – A perspectiva é daquele nosso amigo.

MACHADO – Meu amigo, então é isso, você tem trinta dias para resolver essa crise, não tem mais do que isso. A economia não se sustenta mais, está explodindo…

RENAN – Queres que eu faça uma avaliação verdadeira? Não acredito em 30 dias, não. Porque se a Odebrecht fala e essa mulher do João Santana fala, que é o que está posto…

[apresenta um secretário de governo de Alagoas]

MACHADO – O Janot é um filho da puta da maior, da maior…

RENAN – O Janot… [inaudível]

MACHADO – O Janot tem certeza que eu sou o caixa de vocês. Então o que que ele quer fazer? Ele não encontrou nada nem vai encontrar nada. Então ele quer me desvincular de vocês, mediante Ricardo e mediante e mediante do Paulo Roberto, dos 500 [mil reais], e me jogar para o Moro. E aí ele acha que o Moro, o Moro vai me mandar prender, aí quebra a resistência e aí fudeu. Então a gente de precisa [inaudível] presidente Sarney ter de encontro… Porque se me jogar lá embaixo, eu estou fodido. E aí fica uma coisa… E isso não é análise, ele está insinuando para pessoas que eu devo fazer [delação], aquela coisa toda… E isso não dá, isso quebra tudo isso que está sendo feito.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Renan, esse cara é mau, é mau, é mau. Agora, tem que administrar isso direito. Inclusive eu estou aqui desde ontem… Tem que ter uma ideia de como vai ser. Porque se esse vagabundo jogar lá embaixo, aí é uma merda. Queria ver se fazia uma conversa, vocês, que alternativa teria, porque aí eu me fodo.

RENAN – Sarney.

MACHADO – Sarney, fazer uma conversa particular. Com Romero, sei lá. E ver o que sai disso. Eu estou aqui para esperar vocês para poder ver, agora, é um vagabundo. Ele não tem nada contra você nem contra mim.

RENAN – Me disse [inaudível] ‘ó, se o Renan tiver feito alguma coisa, que não sei, mas esse cara, porra, é um gênio. Porque nós não achamos nada.’

MACHADO – E já procuraram tudo.

RENAN – Tudo.

MACHADO – E não tem. Se tivesse alguma coisa contra você, já tinha jogado… E se tivesse coisa contra mim [inaudível]. A pressão que ele quer usar, que está insinuando, é que…

RENAN – Usou todo mundo.

MACHADO -…está dando prazos etc é que vai me apartar de vocês. Mesma coisa, já deu sinal com a filha do Eduardo e a mulher… Aquele negócio da filha do Eduardo, a porra da menina não tem nada, Renan, inclusive falsificaram o documento dela. Ela só é usuária de um cartão de crédito. E esse é o caminho [inaudível] das delações. Então precisa ser feito algo no Brasil para poder mudar jogo porque ninguém vai aguentar. Delcídio vai dizer alguma coisa de você?

RENAN – Deus me livre, Delcídio é o mais perigoso do mundo. O acordo [inaudível] era para ele gravar a gente, eu acho, fazer aquele negócio que o J Hawilla fez.

MACHADO – Que filho da puta, rapaz.

RENAN – É um rebotalho de gente.

MACHADO – E vocês trabalhando para poder salvar ele.

RENAN – [Mudando de assunto] Bom, isso aí então tem que conversar com o Sarney, com o teu advogado, que é muito bom. [inaudível] na delação.

MACHADO – Advogado não resolve isso.

RENAN – Traçar estratégia. [inaudível]

MACHADO – [inaudível] quanto a isso aí só tem estratégia política, o que se pode fazer.

RENAN – [inaudível] advogado, conversar, né, para agir judicialmente.

MACHADO – Como é que você sugeriria, daqui eu vou passar na casa do presidente Sarney.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Onde?

RENAN – Lá, ou na casa do Romero.

MACHADO – Na casa do Romero. Tá certo. Que horas mais ou menos?

RENAN – Não, a hora que você quiser eu vou estar por aqui, eu não vou sair não, eu vou só mais tarde vou encontrar o Michel.

MACHADO – Michel, como é que está, como é que está tua relação com o Michel?

RENAN – Michel, eu disse pra ele, tem que sumir, rapaz. Nós estamos apoiando ele, porque não é interessante brigar. Mas ele errou muito, negócio de Eduardo Cunha… O Jader me reclamou aqui, ele foi lá na casa dele e ele estava lá o Eduardo Cunha. Aí o Jader disse, ‘porra, também é demais, né’.

MACHADO – Renan, não sei se tu viu, um material que saiu na quinta ou sexta-feira, no UOL, um jornalista aqui, dizendo que quinta-feira tinha viajado às pressas…

RENAN – É, sacanagem.

MACHADO – Tu viu?

RENAN – Vi.

MACHADO – E que estava sendo montada operação no Nordeste com Polícia Federal, o caralho, na quinta-feira.

RENAN – Eu vi.

MACHADO – Então, meu amigo, a gente tem que pensar como é que encontra uma saída para isso aí, porque isso aí…

RENAN – Porque não…

MACHADO – Renan, só se fosse imbecil. Como é que tu vai sentar numa mesa para negociar e diz que está ameaçado de preso, pô? Só quem não te conhece. É um imbecil.

RENAN – Tem que ter um fato contra mim.

MACHADO – Mas mesmo que tivesse, você não ia dizer, porra, não ia se fragilizar, não é imbecil. Agora, a Globo passou de qualquer limite, Renan.

RENAN – Eu marquei para segunda-feira uma conversa inicial com [inaudível] para marcar… Ela me disse que a conversa dela com João Roberto [Marinho] foi desastrosa. Ele disse para ela… Ela reclamou. Ele disse para ela que não tinha como influir. Ela disse que tinha como influir, porque ele influiu em situações semelhantes, o que é verdade. E ele disse que está acontecendo um efeito manada no Brasil contra o governo.

MACHADO – Tá mesmo. Ela acabou. E o Lula, como foi a conversa com o Lula?

RENAN – O Lula está consciente, o Lula disse, acha que a qualquer momento pode ser preso. Acho até que ele sabia desse pedido de prisão lá…

MACHADO – E ele estava, está disposto a assumir o governo?

RENAN – Aí eu defendi, me perguntou, me chamou num canto. Eu acho que essa hipótese, eu disse a ele, tem que ser guardada, não pode falar nisso. Porque se houver um quadro, que é pior que há, de radicalização institucional, e ela resolva ficar, para guerra…

MACHADO – Ela não tem força, Renan.

RENAN – Mas aí, nesse caso, ela tem que se ancorar nele. Que é para ir para lá e montar um governo. Esse aí é o parlamentarismo sem o Lula, é o branco, entendeu?

MACHADO – Mas, Renan, com as informações que você tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito.

RENAN – Tem não, porque vai mostrar as contas. E a mulher é [inaudível].

MACHADO – Acabou, não tem mais jeito. Então a melhor solução para ela, não sei quem podia dizer, é renunciar ou pedir licença.

RENAN – Isso [inaudível]. Ela avaliou esse cenário todo. Não deixei ela falar sobre a renúncia. Primeiro cenário, a coisa da renúncia. Aí ela, aí quando ela foi falar, eu disse, ‘não fale não, pelo que conheço, a senhora prefere morrer’. Coisa que é para deixar a pessoa… Aí vai: impeachment. ‘Eu sinceramente acho que vai ser traumático. O PT vai ser desaparelhado do poder’.

MACHADO – E o PT, com esse negócio do Lula, a militância reacendeu.

RENAN – Reacendeu. Aí tudo mundo, legalista… Que aí não entra só o petista, entra o legalista. Ontem o Cassio falou.

MACHADO – É o seguinte, o PSDB, eu tenho a informação, se convenceu de que eles é o próximo da vez.

RENAN – [concordando] Não, o Aécio disse isso lá. Que eu sou a esperança única que eles têm de alguém para fazer o…

MACHADO – [Interrompendo] O Cunha, o Cunha. O Supremo. Fazer um pacto de Caxias, vamos passar uma borracha no Brasil e vamos daqui para a frente. Ninguém mexeu com isso. E esses caras do…

RENAN – Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação e estabelece isso.

MACHADO – Acaba com esse negócio da segunda instância, que está apavorando todo mundo.

RENAN – A lei diz que não pode prender depois da segunda instância, e ele aí dá uma decisão, interpreta isso e acaba isso.

MACHADO – Acaba isso.

RENAN – E, em segundo lugar, negocia a transição com eles [ministros do STF].

MACHADO – Com eles, eles têm que estar juntos. E eles não negociam com ela.

RENAN – Não negociam porque todos estão putos com ela. Ela me disse e é verdade mesmo, nessa crise toda –estavam dizendo que ela estava abatida, ela não está abatida, ela tem uma bravura pessoal que é uma coisa inacreditável, ela está gripada, muito gripada– aí ela disse: ‘Renan, eu recebi aqui o Lewandowski,querendo conversar um pouco sobre uma saída para o Brasil, sobre as dificuldades, sobre a necessidade de conter o Supremo como guardião da Constituição. O Lewandowski só veio falar de aumento, isso é uma coisa inacreditável’.

MACHADO – Eu nunca vi um Supremo tão merda, e o novo Supremo, com essa mulher, vai ser pior ainda. […]

MACHADO – […] Como é que uma presidente não tem um plano B nem C? Ela baixou a guarda. [inaudível]

RENAN – Estamos perdendo a condição política. Todo mundo.

MACHADO – [inaudível] com Aécio. Você está com a bola na mão. O Michel é o elemento número um dessa solução, a meu ver. Com todos os defeitos que ele tem.

RENAN – Primeiro eu disse a ele, ‘Michel, você tem que ficar calado, não fala, não fala’.

MACHADO – [inaudível] Negócio do partido.

RENAN – Foi, foi [inaudível] brigar, né.

MACHADO – A bola está no seu colo. Não tem um cara na República mais importante que você hoje. Porque você tem trânsito com todo mundo. Essa tua conversa com o PSDB, tu ganhou uma força que tu não tinha. Então [inaudível] para salvar o Brasil. E esse negócio só salva se botar todo mundo. Porque deixar esse Moro do jeito que ele está, disposto como ele está, com 18% de popularidade de pesquisa, vai dar merda. Isso que você diz, se for ruptura, vai ter conflito social. Vai morrer gente.

RENAN – Vai, vai. E aí tem que botar o Lula. Porque é a intuição dele…

MACHADO – Aí o Lula tem que assumir a Casa Civil e ser o primeiro ministro, esse é o governo. Ela não tem mais condição, Renan, não tem condição de nada. Agora, quem vai botar esse guizo nela?

RENAN – Não, [com] ela eu converso, quem conversa com ela sou eu, rapaz.

MACHADO – Seguinte, vou fazer o seguinte, vou passar no presidente, peço para ele marcar um horário na casa do Romero.

RENAN – Ou na casa dele. Na casa dele chega muita gente também.

MACHADO – É, no Romero chega menos gente.

RENAN – Menos gente.

MACHADO – Então marco no Romero e encontra nós três. Pronto, acabou. [levanta-se e começam a se despedir] Amigo, não perca essa bola, está no seu colo. Só tem você hoje. [caminhando] Caiu no seu colo e você é um cara predestinado. Aqui não é dedução não, é informação. Ele está querendo me seduzir, porra.

RENAN – Eu sei, eu sei. Ele quem?

MACHADO – O bicho daqui, o Janot.

RENAN – Mandando recado?

MACHADO – Mandando recado.

RENAN – Isso é?

MACHADO – É… Porra. É coisa que tem que conversar com muita habilidade para não chegar lá.

RENAN – É. É.

MACHADO – Falando em prazo… [se despedem]

Segunda conversa:

MACHADO – […] A meu ver, a grande chance, Renan, que a gente tem, é correr com aquele semi-parlamentarismo…

RENAN – Eu também acho.

MACHADO -…paralelo, não importa com o impeach… Com o impeachment de um lado e o semi-parlamentarismo do outro.

RENAN – Até se não dá em nada, dá no impeachment.

MACHADO – Dá no impeachment.

RENAN – É plano A e plano B.

MACHADO – Por ser semi-parlamentarismo já gera para a sociedade essa expectativa [inaudível]. E no bojo do semi-parlamentarismo fazer uma ampla negociação para [inaudível].

RENAN – Mas o que precisa fazer, só precisa tres três coisas: reforma política, naqueles dois pontos, o fim da proibição…

MACHADO – [Interrompendo] São cinco pontos:

[…]

RENAN – O voto em lista é importante. [inaudível] Só pode fazer delação… Só pode solto, não pode preso. Isso é uma maneira e toda a sociedade compreende que isso é uma tortura.

MACHADO – Outra coisa, essa cagada que os procuradores fizeram, o jogo virou um pouco em termos de responsabilidade […]. Qual a importância do PSDB… O PSDB teve uma posição já mais racional. Agora, ela [Dilma] não tem mais solução, Renan, ela é uma doença terminal e não tem capacidade de renunciar a nada. [inaudível]

[…]

MACHADO – Me disseram que vai. Dentro da leniência botaram outras pessoas, executivos para falar. Agora, meu trato com essas empresas, Renan, é com os donos. Quer dizer, se botarem, vai dar uma merda geral, eu nunca falei com executivo.

RENAN – Não vão botar, não. [inaudível] E da leniência, detalhar mais. A leniência não está clara ainda, é uma das coisas que tem que entrar na…

MACHADO -…No pacote.

RENAN – No pacote.

MACHADO – E tem que encontrar, Renan, como foi feito na Anistia, com os militares, um processo que diz assim: ‘Vamos passar o Brasil a limpo, daqui para frente é assim, pra trás…’ [bate palmas] Porque senão esse pessoal vão ficar eternamente com uma espada na cabeça, não importa o governo, tudo é igual.

RENAN – [concordando] Não, todo mundo quer apertar. É para me deixar prisioneiro trabalhando. Eu estava reclamando aqui.

MACHADO – Todos os dias.

RENAN – Toda hora, eu não consigo mais cuidar de nada.

[…]

MACHADO – E tá todo mundo sentindo um aperto nos ombros. Está todo mundo sentindo um aperto nos ombros.

RENAN – E tudo com medo.

MACHADO – Renan, não sobra ninguém, Renan!

RENAN – Aécio está com medo. [me procurou] ‘Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa.’

MACHADO – Renan, eu fui do PSDB dez anos, Renan. Não sobra ninguém, Renan.

[…]

MACHADO – Não dá pra ficar como está, precisa encontrar uma solução, porque se não vai todo mundo… Moeda de troca é preservar o governo [inaudível].

RENAN – [inaudível] sexta-feira. Conversa muito ruim, a conversa com a menina da Folha… Otavinho [a conversa] foi muito melhor. Otavinho reconheceu que tem exageros, eles próprios tem cometido exageros e o João [provável referência a João Roberto Marinho] com aquela conversa de sempre, que não manda. […] Ela [Dilma] disse a ele ‘João, vocês tratam diferentemente de casos iguais. Nós temos vários indicativos’. E ele dizendo ‘isso virou uma manada, uma manada, está todo mundo contra o governo.’

MACHADO – Efeito manada.

RENAN – Efeito manada. Quer dizer, uma maneira sutil de dizer “acabou”, né.


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