Confusão nas inscrições de concurso público em Luís Eduardo Magalhães

quinta-feira, 2 dezembro, 2010

Atendimento foi finalizado às 17h, mesmo com uma grande fila

Na tarde desta terça-feira (30), por volta das 17 horas, uma confusão marcou o dia de inscrições para o concurso público da prefeitura de Luís Eduardo Magalhães.

As inscrições se encerraram às 17h horas. Neste horário havia muitas pessoas na fila aguardando o atendimento.

No entanto, as atendentes informaram que não iriam mais continuar com o atendimento, o que revoltou os presentes. “Vim de Barreiras, estou aqui desde manhã e até agora não pude fazer minha inscrição. E agora? como vou fazer?” indagou uma candidata.

A reportagem da Rádio Cultura esteve no local, onde ouviu os candidatos. Procurado pelo repórter Sigi Vilares, os responsáveis pelas inscrições não quiseram falar.

“É um desrespeito, quando deu 17h eles disseram que não iriam mais atender. Fomos procurar o motivo e eles chamaram a polícia”, revela outra candidata.

“Os candidatos de Luís Eduardo abriram mão das inscrições para que elas atendessem o pessoal de fora, mas elas estavam irredutíveis”, revela um candidato.

O clima esquentou quando alguns candidatos pediram para eles mesmos preencherem a ficha. Uma das atendentes disse que não, pois ali a maioria era de analfabetos.

Houve vaias e muita revolta. Até um policial militar tentou convencer as atendentes a liberar as inscrições para os candidatos de outras cidades. Com a negativa, as atendentes deixaram o local sob vaias.

Delegacia

Após deixar o Colégio Ottomar Schwengber, os candidatos foram para a delegacia de polícia onde registraram um boletim de ocorrência por danos materiais.

Nesta quarta-feira (01), prometem ir até a promotora Semiana Cardoso pedir providências.

“O que nós passamos hoje foi um desrespeito muito grande. Pagamos nossas inscrições, ficamos horas na fila para não sermos atendidos. Ninguém deu uma explicação sequer”, revolta um candidato.

Com apenas duas salas e com duas funcionárias em cada uma delas, funcionando de 08h às 11h e de 14h às 17h, a inscrições não foram ágeis, o que provocou o tumulto.

Com informações do Blog do Sigi Vilares

 


Ouvidoria Geral do Estado amplia número de atendimentos ao cidadão

quinta-feira, 2 dezembro, 2010

Para aproximar cada vez mais o cidadão das instituições públicas, a Ouvidoria Geral do Estado (OGE) ampliou em menos de quatro anos o número de atendimentos de 45.303 para 261.046, num crescimento de 534%. O resultado é fruto da ampliação dos canais de comunicação, reformulação do Sistema de Ouvidoria e Gestão Pública, software responsável pelo atendimento e tramitação interna das manifestações, e expansão dos serviços para os municípios do interior.

As ações do órgão baiano foram apresentadas pelo ouvidor-geral do Estado, Jones Carvalho, que representou o governador Jaques Wagner no 1º Fórum das Américas de Ouvidorias Gerais. O evento começou nesta terça-feira (30) e segue até quarta (1º), no Hotel Catussaba, no bairro de Itapuã, em Salvador. Cerca de 400 ouvidores da Argentina, Bermuda, Brasil, Canadá, Chile, México, França e Angola participam do encontro para trocar experiências e discutir sobre os desafios da participação cidadã nas instituições.

“Por ser um interesse de aprimorar os trabalhos em defesa do cidadão, esperamos que neste evento a gente possa abranger mais os nossos conhecimentos em prol do cidadão. A ouvidoria deve funcionar como agente promotor de mudança. Este é nosso papel”, disse a ouvidora-geral da Saúde do Distrito Federal, Raziram Temporim.

Para a ouvidora-geral da União, Eliana Pinto, o modelo baiano deve ser seguido por outros estados. Com mais de seis mil atendimentos por mês, a Ouvidoria Geral do Estado funciona como uma triagem das demandas do cidadão, encaminhando-as para as ouvidorias especializadas presentes nas secretarias e órgãos do Estado.

“A população encontrou na ouvidoria um instrumento real de interlocução com o Estado. Estamos trabalhando na melhoria do sistema, nosso software. A gestão do Estado passará a ter na ouvidoria um instrumento mais eficaz e mais detalhado para que possa aprimorar o serviço”, observou Jones Carvalho.

Canais de comunicação

O cidadão que deseja pedir informação, reclamar, sugerir, elogiar e até mesmo denunciar pode contar com diversos canais de comunicação para registrar a sua demanda. “Em média, 95% dos registros são respondidos. As denúncias têm ajudado na localização do tráfico de drogas e diversos problemas que possam existir. A participação da população tem sido muito importante e tem ajudado bastante o Estado”, explicou o ouvidor-geral da Bahia.

O contato deve ser feito por meio do site www.ouvidoriageral.ba.gov.br e de links existentes nos sites dos órgãos estaduais, pelo fax (71) 3115-6901, atendimento telefônico pelo 0800-284-0011 (de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h) e atendimento presencial com marcação prévia na Central de Atendimento da Ouvidoria.

Interiorização

O atendimento não se restringe mais ao telefone, fax, internet e presencial. Para fortalecer a participação popular na administração pública, os serviços foram ampliados para também atender as pessoas que moram no interior. Por meio do SAC Móvel e dos centros digitais de cidadania (CDCs) instalados em todos os municípios baianos, o cidadão também pode registrar a sua demanda. Os monitores dos CDCs são capacitados para dar atendimento nesta área.

O projeto Ouvidoria Itinerante realizou audiências em diversos territórios de identidade para dialogar com a sociedade civil alternativas para melhorar o funcionamento dos órgãos públicos e a atuação do Estado. A inauguração de linha direta nos pontos-cidadão de Coaraci, Mucugê, Serrinha e Maracás, e no posto SAC de Irecê, em parceria com a Secretaria Estadual da Administração (Saeb), também contribui para a interiorização do serviço de ouvidoria do governo da Bahia. “Recebemos demandas de todos os municípios. Hoje, efetivamente, somos a Ouvidoria Geral do Estado”, destacou Carvalho.

Fonte: site Agecom Bahia



PRF faz “pente fino” na divisa da Bahia para evitar entrada de traficantes do Rio

quinta-feira, 2 dezembro, 2010

A PRF ainda não divulgou um primeiro balanço da operação

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) intensificou as vistorias nas divisas da Bahia com Minas Gerais e Espírito Santo – o principal objetivo é evitar que os criminosos que estão fugindo do Rio de Janeiro consigam chegar ao estado.

Segundo a PRF, a operação deve durar até o dia 10 de dezembro, podendo ser esticada por todo o mês.

Os principais pontos de vistorias são as duas rodovias de movimento mais intenso perto das divisas – a BR-116, na divisa com Minas, e a BR-101, na divisa com o Espírito Santo. Quase cem policiais participam da fiscalização, que aborda pessoas e veículos que atravessam de um estado para o outro para impedir que entrem armas, drogas e traficantes vindos do Rio.

A Polícia Militar irá ajudar na fiscalização cuidando das estradas que ligam as BRs e costumam ser usadas para evitar a PRF. Em nota divulgada nesta terça, a PM informou que está tomando medidas preventivas desde a sexta-feira e que age em parceria com a PRF e a Policia Federal no caso.

Rio de Janeiro

A megaoperação realizada pela Polícia Militar no Rio de Janeiro, especialmente no Conjunto de Favelas do Alemão, já causou prejuízo de mais de R$ 100 milhões ao tráfico, segundo informou nesta terça-feira (30) o comandante-geral da Polícia Militar do estado, Mario Sergio Duarte.

A polícia teme que estes traficantes em fuga acabem buscando refúgios em outros estados como São Paulo, Minas Gerais e a Bahia.

Ao longo desta semana de ataques, foram registradas 37 mortes, 118 prisões, 130 detidos e 102 veículos incendiados no Rio. Foram apreendidos também 12 coquetéis molotov, 14 litros de gasolina, cinco litros de álcool, sete galões de gasolina, seis dinamites, seis espoletas e 77 granadas e bombas caseiras.

No último domingo, a polícia civil apreendeu no Alemão 33 toneladas de maconha, 235 kg de cocaína, 27 kg de crack e 1.406 frascos de lança-perfume.

Informações do Correio.

 


Professora aposentada sofre sequestro relâmpago em Feira de Santana

quinta-feira, 2 dezembro, 2010

A polícia foi acionada mas não conseguiu prender os bandidos

Uma professora aposentada sofreu um sequestro relâmpago na tarde desta terça-feira (30) em Feira de Santana, a 109 km de Salvador, segundo informações da TV Bahia.

Edivirgens dos Santos Oliveira, de 52 anos, foi abordada por quatro homens que a obrigaram a passar em um banco e sacar R$ 4 mil.

O sobrinho da vítima chegou a chamar a polícia, que fechou as ruas perto de onde a professora foi sequestrada, mas os homens conseguiram escapar com o dinheiro.

Os sequestradores liberaram a professora depois que ela entregou o dinheiro. Segundo familiares, Edivirgens está em casa ainda muito abalada.

Informações do Correio / Foto – Blog Polícia é Viola