Revelação maranhense, já acertado com o Cruzeiro, perde a perna em acidente

terça-feira, 21 dezembro, 2010

Jovem (meio), 19 anos, se apresentaria ao Cruzeiro em janeiro

Um atleta com futuro promissor teve a carreira interrompida por volta das 19h30 da noite de sábado (18). O atacante Cleilton, do Iape FC, sofreu um grave acidente próximo à Cidade Operária e perdeu a perna direita.

Pela violência da batida da moto com um carro, que surgiu de repente saindo de uma rua transversal, Cleilton, teve sua perna direita amputada ao ser atendido no Socorrão II, para onde foi levado.

Segundo informações dos familiares, Cleilton estava de carona na moto com um amigo, que ainda tentou desviar do carro, mas não conseguiu. O choque foi tão forte que Cleilton perdeu o pé direito logo na batida. No Socorrão, os médicos tiveram que amputar a perna direita do atleta abaixo do joelho para evitar maiores complicações.

O condutor da moto não teve ferimentos graves. A notícia chocou familiares, torcedores, dirigentes e desportistas em geral.

A caminho do Cruzeiro

Aos 19 anos, Cleilton foi a revelação do Campeonato Maranhense e o terceiro maior artilheiro da competição, com 8 gols, atrás de Quirino, do Santa Quitéria (13) e Wesley, do Sampaio Corrêa (11). O jogador já estava de viagem marcada, para o dia 3 de janeiro, para Belo Horizonte, onde passaria uma temporada de testes no Cruzeiro que é parceiro do Iape.

A diretoria do Canário da Ilha está dando total apoio material e psicológico a família e ao próprio atleta, que tinha muitos planos para a carreira.

Com a conquista da Copa União no 1º semestre, o Iape disputará no próximo ano, pela primeira vez, em menos de três anos como profissional, a Copa do Brasil. Seu adversário, primeiro jogo, está marcado para o dia 23 de fevereiro, contra o Atlético-MG, rival do Cruzeiro.

Informações do Jornal Pequeno – Maranhão

 


Feira de Santana: José Ronaldo fala do governo, da eleição e do seu futuro

terça-feira, 21 dezembro, 2010

José Ronaldo falou de política em entrevista à Rádio Sociedade

No programa “Linha Direta”, na Rádio Sociedade AM, deste sábado (18), o apresentador Dilson Barbosa reprisou uma entrevista com o ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, que falou sobre diversos assuntos.

Contudo, a entrevista foi concedida na manhã de quinta-feira (16), no programa “Bom Dia Feira”, na Rádio Princesa FM. Segundo Dilson Barbosa, “uma das melhores entrevistas feitas”.

Durante mais de uma hora, Ronaldo fez um balanço sobre sua trajetória política neste ano de 2010, quando teve mais de um milhão de votos para o Senado nas eleições de outubro. Voltou a agradecer a “votação maravilhosa” que obteve em Feira de Santana e em outras cidades.

Disse que “não me arrependo” por ter feito a opção pela candidatura a senador. “Foi uma decisão pessoal, pensada, amadurecida, alimentada, que resultou numa experiência gratificante”, afirmou. Como se sabe, José Ronaldo poderia ter optado em disputar a Câmara dos Deputados e ter uma eleição garantida.

Ele também tratou sobre a questão nacional e o cenário político configurado. Falou que “44% dos brasileiros, um número expressivo, não concorda” com o que está aí, o governo petista.

Governo Tarcízio Pimenta

José Ronaldo foi questionado e respondeu com sobriedade sobre o governo Tarcízio Pimenta, avaliando os dois anos, que estão sendo completados pelo seu sucessor. Iniciou falando sobre a opção pela área de informatização empreendida pelo Governo Municipal com a implantação do Programa Saúde Digital, “conduzido com muita força e mídia”. Para José Ronaldo, “não é uma área que dê abrangência maior. Tem conteúdo, importância, mas o cidadão não enxerga”.

Reconheceu que o governo “tem pontos positivos”, que o prefeito “gosta do trabalho, da luta, tem vitalidade”. Completou que “tem suas dificuldades, poucos recursos e isso atrapalha”.

Segundo José Ronaldo, a Prefeitura de Feira de Santana é pobre e comparou o orçamento municipal com outras cidades do mesmo porte que têm orçamentos dobrados e até quintuplicados. “Ele (Tarcízio) tem feito a sua parte, trabalhando muito, superando as dificuldades, encontradas também em outras cidades. A questão não é local, é global”, afirmou.

Ronaldo também respondeu sobre “continuidade” e “terceiro mandato”, pois “quase a totalidade dos seus secretários continua no governo”, como questionou Dilson Barbosa. Ele garantiu que “não tenho informação do mundo administrativo do governo”.

O democrata admitiu que alguns secretários que foram do seu governo continuam com Tarcízio, mas que não interfere na administração. “Nenhum secretário sentou comigo e não tem por que sentar. Cada pessoa tem o seu temperamento, sua maneira de ser. Aprendi uma coisa: só externo minha opinião quando consultado. Sou ético, eles são éticos, aprendi a respeitar”, frisou.

Ele até fez um paralelo com a situação da presidente eleita Dilma Rousseff com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a formação do Ministério.

“Gostaria de ser consultado?”, perguntou Dilson Barbosa. “Não tenho o direito. Não trabalho para isso. É uma questão de iniciativa do prefeito e não da outra parte. Tarcízio é o prefeito eleito pelo povo de Feira de Santana. A condução é dele”, respondeu.

José Ronaldo ainda afirmou que nesses dois anos esteve apenas por três vezes na Prefeitura, convidado para solenidade de assinatura de um convênio e em visitas de diretoria da Comunidade Andina de Fomento e de dirigentes da empresa Via Bahia.

Sobre os dois anos restantes de mandato de seu sucessor, José Ronaldo falou que “desejo o melhor possível”. Disse que “ele está realizando mudanças, transformações, tomando decisões e posições para enfrentar as turbulências”.

Situação partidária

Sobre divergência interna no Democratas, ele confirmou que existe, com o grupo de Gilberto Kassab, prefeito de São Paulo, e o grupo de Rodrigo Maia, deputado federal do Rio de Janeiro.

“São muitas as conjecturas que surgiram após as eleições. Cada um diz uma coisa. É um debate para ser resolvido no campo interno, que extrapolou de forma equivocada”, opinou.

Em fevereiro de 2011, José Ronaldo disse que vai a Brasília para “me envolver no processo, ouvir, conversar e tomar decisão”.

Finalizando, também tratou sobre a eleição para a Mesa Diretiva da Câmara Municipal de Feira de Santana, realizada na última quarta-feira (15). Ronaldo contou que “acompanhei o processo pela mídia sem me envolver”.

Com reprodução de Oliveira Dimas

 


EXCLUSIVO: João Henrique une-se a Edvaldo Brito e cobra demissão de 50% dos terceirizados a secretários

terça-feira, 21 dezembro, 2010

Por Raul Monteiro

O prefeito João Henrique (PMDB) cobrou hoje de representantes do primeiro e do segundo escalão da Prefeitura que indiquem cortes de 50% de terceirizados em suas respectivas áreas até a próxima quinta-feira como forma de conter gastos na máquina municipal. O prefeito ainda autorizou o secretário municipal de Planejamento, Reinaldo Saback, a proceder os cortes, caso as listas com a indicação dos nomes que podem deixar os cargos não sejam entregues até o prazo estabelecido.

A determinação foi dada por João Henrique durante um encontro esta tarde com todos os secretários municipais e superintendentes da administração. Antes da reunião, realizada no Hotel Catussaba, o prefeito almoçou reservadamente, no local, com o seu vice, Edvaldo Brito (PTB), demonstrando um nível de entrosamento com ele como há muito não se via nesta gestão na esfera municipal.

Confirmando a idéia da aproximação entre os dois, em seu discurso para secretários e superintendentes, João Henrique pediu ao vice que,  a partir de agora, atribuísse notas sobre o desempenho de toda a sua equipe. Ao fim de três meses, quem não obtiver notas satisfatórias – cuja média não foi anunciada -, será sumariamente demitido, independentemente de vinculação partidária, disse o prefeito.

De acordo com um secretário que participou do encontro, todo o primeiro e o segundo escalões da Prefeitura foram convocado esta manhã para a reunião. Ele contou ao Política Livre que, depois de falar sobre as realizações do governo nestes seis anos de gestão, João Henrique endureceu o tom do discurso, chamando a atenção para a necessidade, principalmente, de contenção de despesas na administração.

Na apresentação que fez em seguida, Edvaldo Brito, um renomado tributarista, em tom emocionado, teria enfatizado a importância do controle das finanças da Prefeitura, chamando a atenção, inclusive, para a necessidade de cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Em determinado trecho, o vice disse, dirigindo-se ao prefeito, que, se não se preocupasse com a legislação, correria o risco de pagar pelo erro de todos os demais.

“O CPF que estará em jogo é o do senhor, prefeito”, declarou Brito, com voz emocionada, observando ainda que acompanhará João Henrique até o fim, em clima de total fidelidade. O nível de participação do vice no encontro, além do seu discurso, indicaria que ele e o prefeito se realinharam, acrescentou um outro secretário muito próximo do prefeito ao Política Livre, ao comentar o papel de Edvaldo na reunião.

Ao lembrar que os cortes dos terceirizados permitirá um enxugamento da máquina capaz de reorganizar as finanças municipais e permitir o pagamento em dia dos salários de quem ficar, o prefeito ainda antecipou que pretende cortar, também em 50%, os investimentos para o Carnaval, em março. Ele acredita que muita gente é contratada para a festa, mas ao final apenas desfila nos camarotes.

 


Presidente estadual do PDT critica demissão de terceirizados

terça-feira, 21 dezembro, 2010

A Tarde

Alexandre Brust, presidente estadual do PDT

O presidente estadual do PDT, Alexandre Brust, criticou, em entrevista ao Política Livre, a decisão da prefeitura de Salvador, determinada pelo prefeito João Henrique (PMDB), de demitir 50% dos funcionários terceirizados do município. “Será que esse é o presente de Natal que 2000 famílias esperavam do Papai Noel prefeito?”, ironizou. “A pergunta é óbvia: estes funcionários não farão falta na máquina administrativa? Se não eram importantes, por que foram contratados?”, questionou. Brust fez um apelo para que o prefeito reveja a decisão. “Faço um apelo ao prefeito João Henrique para que busque reduzir o déficit da prefeitura municipal nas despesas supérfluas e não sacrificando funcionários humildes”, declarou. (Thiago Ferreira)

 


Lupi critica os que defendem a “reforma trabalhista”

terça-feira, 21 dezembro, 2010

Ascom PDT/midia | 20 de dezembro de 2010

Cerca de um em cada três contratos de trabalho com carteira assinada foi encerrado por iniciativa dos empregadores e sem a apresentação de justa causa em 2009. Esse dado foi revelado ontem em pesquisa sobre a rotatividade no mercado de trabalho divulgado pelo Ministério do Trabalho.

O levantamento, realizado pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), mostra que há setores com maior rotatividade, como a construção civil, que tem uma média de mais de oito desligamentos a cada dez contratos.

São excluídos do cálculo os desligamentos por transferências, aposentadorias, falecimentos e feitos por iniciativa do funcionário.

Para o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, os números mostram que é um equívoco pedir a flexibilização das leis trabalhistas. “Os números mostram que o mercado de trabalho já é bem flexível. Se fosse tão caro demitir, por que tantas pessoas foram mandadas embora?”, disse.

Os números mostram ainda que mais de 40% dos desligamentos ocorrem com menos de seis meses do funcionário no cargo. “Quem tem mais tempo de casa ganha maior estabilidade, porque a multa por demissão é mais alta”, disse Lupi.

O vínculo médio do trabalhador no posto também vem caindo ano a ano. Em 2009, o tempo médio do vínculo entre os contratos ativos era de 5 anos, ante 5,5 anos em 2000.

Não há, no estudo, comparação com a rotatividade da mão de obra em outros países. Mas um levantamento do ano passado do Ipea (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas) mostra que, em 2008, a rotatividade no Brasil em até três meses de contrato era de 13,2%, ante taxas de 6,5% nos EUA, 5,9% na União Europeia e 4,1% no Japão.

Fonte: http://www.pdt.org.br


Cristovam e Simon querem aumento de 61,78% para professores

terça-feira, 21 dezembro, 2010

Ascom PDT e Agência Senado | 20 de dezembro de 2010

Os senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Pedro Simon (PMDB-RS) apresentaram na última quinta (16/12), projeto de lei que estende o mesmo percentual de reajuste salarial concedido aos parlamentares do Congresso Nacional aos professores da educação básica das escolas públicas brasileiras.
Com o aumento de 61,78% dos parlamentares, já aprovado nas duas Casas do Congresso, o piso salarial dos professores passaria de R$ 1.024,00 para R$ 1.656,62.
Para Cristovam, a desigualdade salarial entre os parlamentares – que pelo projeto aprovado na quarta (15/12), passarão a receber R$ 26,7 mil – e os professores é substancial, talvez a maior em todo o mundo, “com conseqüências desastrosas para o futuro do Brasil”.
Na opinião do senador, a aprovação do reajuste de 61,78% para os professores da educação básica permitirá que o Senado “dê uma demonstração mínima de compromisso com a melhoria da qualidade da educação das crianças brasileiras”, o que contribuirá, segundo ele, para melhorar a credibilidade da Casa frente a opinião publica.

Fonte: www.pdt.org.br