Ichu/Serrinha – Tristeza e comoção no sepultamento de Bieco da Bela Vista

segunda-feira, 27 dezembro, 2010

Atletas usaram a farda do tricampeão da Copa Rural Ichuense

Foi sepultado neste domingo (26) o corpo de Genilson Fagundes de Oliveira, “Bieco da Bela Vista”, 34 anos, que faleceu no último sábado (25) à tarde juntamente com um colega.

Eles foram vítimas de um grave acidente automobilístico na BA que liga Serrinha a Conceição do Coité, próximo ao Hospital Municipal.

O sepultamento aconteceu na comunidade de Bela Vista, em Serrinha, em meio a muita tristeza e comoção.

Os atletas da equipe tricampeã da Copa Rural Ichuense vestiram a farda tradicional e prestaram a última homenagem ao amigo que tanto colaborou com a comunidade.

Conforme Uraci Fagundes, “Titi”, “a morte de Bieco será inesquecível” e que “a comunidade de Bela Vista perdeu não só um desportista, mas um grande amigo que sempre esteve presente em todas as atividades ali desenvolvidas”.

Para “Bahia” morador de Bela Vista, esta lacuna jamais será preenchida e que será muito difícil se acostumar e pensar no futebol sem  a presença de Bieco.

Um grande número de pessoas compareceu ao sepultamento e ao chegar ao cemitério cantaram o hino do Bahia, time que ele amava.

A Liga Ichuense e a Diretoria de Esportes foram representadas por André Luiz que falou para os presentes sobre a importância de Bieco para o futebol ichuense e o quanto ele fará falta para todos nós.

Agora resta pedir para Deus que conforte todos os familiares e amigos e ao mesmo tempo dê força para superar esta perda irreparável de Bieco.

Por André Luiz Lima Oliveira – de Ichu

 


Ciro Gomes: Projeto de futuro e a insatisfação com PSB o afastam do governo

segunda-feira, 27 dezembro, 2010

Ciro preferiu não participar do primeiro escalão do governo

Não indicar um nome para o primeiro escalão do Governo poderia parecer um rompimento antecipado e indelicadeza

Ciro Gomes (PSB) não será ministro do Governo Dilma, a começar no dia 1º de janeiro, por estar determinado a ser novamente candidato à Presidência da República. E para alcançar o seu objetivo está hoje convencido de, sem ocupar cargo público que lhe imponha obediência e a disciplina inibidora de suas ações, o caminho estará mais aberto para tal desiderato.

Ciro, sem dúvida, guarda decepções do último processo eleitoral, no plano nacional. O fato de ter ficado muito ligado ao presidente Lula, por ser seu ministro, cometeu erros que prejudicaram a trajetória antes traçada. A mudança do seu domicílio eleitoral de Fortaleza para São Paulo foi um deles.

O PSB, apesar dos pronunciamentos públicos, dele e de outros aliados, não lhe é mais confiável. A posição adotada pela direção nacional de subserviência ao presidente Lula, para negar-lhe o direito de disputar a Presidência da República, o deixou profundamente frustrado.

E com razão, posto que, se o partido cresceu na disputa deste ano, apoiando a candidatura de Dilma, maior teria saído do pleito com um candidato próprio à sucessão de Lula, pois é isso que tem acontecido com as agremiações que disputam os cargos majoritários com candidatos dos próprios quadros.

Razões

Longe do burburinho da montagem do novo Governo e conversando apenas com o irmão, governador Cid Gomes, Ciro deve ter refletido sobre a necessidade de consolidar um espaço próprio para suas futuras investidas no cenário nacional, incluindo-se, nesse universo, um partido, para evitar os constrangimentos experimentados neste ano, com a cúpula do PSB.

Como se não bastassem as pretensões futuras, Ciro, de certa forma, estava impedido de ser ministro do Governo Dilma. Foi dele a afirmação pública de que José Serra (PSDB), o principal adversário de Dilma, era mais competente para presidir o País. O fato de ter se engajado, mesmo timidamente, na campanha da petista não deve ter mudado a sua avaliação.

Ciro, antes do início da campanha, em mais de uma oportunidade, advertiu para as dificuldades econômicas no próximo ano, reclamando ações enérgicas do governante, tanto no campo da administração como do político. E neste, a composição montada para a eleição e a chamada governabilidade não são otimistas. Como outros brasileiros, possivelmente ele deve pensar que o ministério anunciado seja apenas para o início da gestão da nova presidente.

Há quem argumente que Leônidas Cristino, ainda prefeito de Sobral, como secretário dos Portos é o Ciro no ministério de Dilma e em uma pasta de significação menor. Não. Leônidas é sim um dos quadros com que conta Ciro, mas sua indicação para o novo cargo, antes de ser uma conquista política para o PSB do Ceará, é apenas um gesto de delicadeza para com a nova presidente.

Grosseria

Todas as informações e a demora no anúncio dos ministros filiados ao PSB dão bem a demonstração do interesse da presidente em ter Ciro ou alguém por ele indicado, no primeiro escalão do Governo.

Não apresentar um nome para atender a essa atenção demonstrada por Dilma, não apenas seria uma grosseria inominável da parte dele, como, uma declaração de rompimento com um Governo nascente que ainda pode, em muito, ajudar o Estado do Ceará.

Ademais, a atenção recebida pelo governador Cid Gomes da presidente Dilma, causadora de uma certa ciumada na cúpula nacional do PSB, inclusive no governador pernambucano, não permitia a desfeita da não indicação de um dos seus aliados para compor o ministério.

Informações do Diário do Nordeste

 


DO JEITO QUE ESTÁ NÃO VAI DAR

segunda-feira, 27 dezembro, 2010

Por Carlos Chagas

Há uma questão que não foi considerada pelo governo Lula, muito  menos por seus antecessores mais recentes, agora transformada num nó que Dilma Rousseff precisará desatar, espera-se que jamais como Alexandre. Usar a espada poderia ter conseqüências ainda mais desastrosas, mas é preciso enfrentar a questão do crescimento desmedido da indústria automobilística. Quantos milhões de veículos são  produzidos todos os anos, indo pequena parte para a exportação e incorporando-se a grande massa à frota nacional? As estatísticas variam, mas não erra quem supuser quatro   milhões de carros postos em nossas estradas a cada doze meses. E vem mais por aí, com fábricas antigas duplicando a produção e novas instalando-se por todo o território nacional.   Maravilha em termos de criação de empregos, ainda que nem tanto assim, mas pesadelo para o poder público.  O rodoviarismo implantado por Juscelino Kubitschek e super-dimensionado nos governos militares e seguintes tornou-se o maior sumidouro de recursos oficiais dos últimos cinqüenta anos. E não adianta nada. Quanto mais se gasta nas cidades e no interior com a ampliação e implantação de estradas, túneis, viadutos e anéis rodoviários, mais cresce a evidência de serem insuficientes. Por mais irônico que pareça, o caos foi criado nos anos recentes de desenvolvimento econômico, aliados a  uma publicidade exagerada por parte das montadoras. Reunidos   credito fácil e  estímulo ao cidadão comum para adquirir ou trocar de carro, o resultado está sendo a impossibilidade de continuarem as coisas como vão. Em cidades como São Paulo, Rio, Belo Horizonte e muitas outras,  já não se anda. Muito menos se estaciona.  Quantas horas perde o motorista para deslocar-se de um bairro a outro? Que danos podem ser calculados,  menos em força   de trabalho, até, mais nas estruturas psicológicas de quem fica parte do dia preso em engarrafamentos monumentais?

Sem esquecer, vale repetir, as obras que fazem a alegria das empreiteiras e  a desgraça do tesouro nacional, consumindo recursos imprescindíveis à educação, à saúde pública e à segurança.

Algo precisa ser feito. Uma política de médio e longo prazo capaz de afastar a sombra do imponderável. Dirão os simplistas estar a solução em investimentos maciços nos transportes públicos, da recuperação da ainda destroçada malha ferroviária aos metrôs e corredores exclusivos para ônibus.  Essa alternativa até preservaria boa parte dos empregos, além do que, parte da  indústria automobilística poderia reciclar-se, adaptando-se para produzir ônibus,  vagões e similares.

Simples mas complicado, se for possível  a contradição.    Porque   tão difícil quanto implantar essa mudança radical será alterar  os costumes.  Afinal, por que penalizar   logo agora o esforçado  cidadão que conseguiu economizar ou está disposto a enfrentar prestações a perder de vista para adquirir  o seu carrinho?

Uma evidência, no entanto, prevalece: do jeito que está não vai dar. Dona Dilma que dê tratos à bola. Sem esquecer de uma  ironia da História. O pai dessa febre rodoviarista foi nada mais nada menos do que Adolf Hitler. No auge do sucesso da invasão da União Soviética, o tresloucado líder  previu que cada cidadão alemão teria a chance de visitar os territórios ocupados com o seu volkswagen, porque no futuro as estradas seriam mais importantes para o transporte de passageiros do que as ferrovias. “Somente viajando por rodovias seria possível conhecer os países” – disse num devaneio hoje tornado catastrófico.   Quem conta o episódio é o autor da mais nova biografia de Hitler, Ian Kershaw, um livro imperdível.

 


Após desistência de 3 equipes, Federação tenta salvar Seletivo 2011

segunda-feira, 27 dezembro, 2010

ADJ, de Jequié, (aqui década de 1970) já participou do Bianão

Presidente da Federação Baiana de Futebol (FBF), Ednaldo Rodrigues, disse, em entrevista a rádio 105 FM DE Jequié, que teve de tomar medidas para poder realizar o Torneio Seletivo 2011.

Segundo o presidente, por motivo de não existir número suficiente de clubes inscritos para o Torneio Seletivo e por causa da desistência das equipes do Atlanta, Catuense e Madre de Deus da disputa da segunda divisão do Campeonato Baiano, se viu obrigado a adotar providências para garantir a competição.

Pelo fato de existir apenas cinco equipes credenciadas a disputa da segunda divisão e apenas cinco para a disputa da seletiva, a FBF resolveu elevar as cinco agremiações que estavam aptas a disputa da seletiva para à composição de um grupo de dez times para a segundona.

Assim sendo, a Associação Desportiva Jequié (ADJ) ganhou condições legais para disputar a segunda divisão, cujo início será no dia 3 de abril. Estão aptas as seguintes equipes: ADJ, Botafogo, Camaçariense, Galícia, Guanambi, Itabuna, Ipiranga, Juazeirense, Jacuipense e Poções. Informações do repórter Guto Santos.

A Associação Desportiva Jequié (ADJ) foi fundada em 20 de novembro de 1969 por um grupo de empresários e desportistas da cidade, Já no seu primeiro ano foi a grande sensação do futebol baiano, dando ao Brasil o artilheiro daquele ano, o atacante Tanajura. Com informações do radialista Inaldo Sardinha. Informações do Blog Souzaandrade.