Em sessão instável, dólar fecha em queda

BC realizou novas intervenções, com um leilão de venda e dois leilões de swap cambial

Em sessão instável nesta sexta-feira (25), o dólar fechou em queda de 0,39%, cotado a R$ 3,9757. Durante o dia, a moeda subiu e chegou a R$ 3,9839 na máxima, mas voltou a cair com nova intervenção do Banco Central, que realizou um leilão de venda de até US$ 1 bilhão e dois leilões de swap cambial, vendendo em cada um a oferta total de até 20 mil contratos.

A divulgação de dados positivos vindos dos Estados Unidos também podem ter influenciado o humor do mercado, mas a atuação do BC se sobrepôs aos bons resultados do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano. No acúmulo da semana,o dólar avançou 0,44% e chegou a ficar dois dias acima da marca de R$ 4. No mês e no ano, as altas já chegam a 9,61% e 49,54%, respectivamente.

Ibovespa registra baixa

A Ibovespa fechou em queda de 1,02% nesta sexta-feira (25), aos 44.831 pontos. Às 10h57, o Ibovespa subia 0,14% aos 45.353,71 pontos, ainda sob influência da fala do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na quinta-feira (2, sobre a manutenção da taxa Selic. Contudo, às 11h33, registrava queda de 0,66%, aos 44.993 pontos.

Na véspera, a Bovespa fechou em baixa pelo quinto pregão consecutivo. No mês, o Ibovespa acumula perda de 2,86% e, no ano, de 9,43%.

Em Wall Street, o Dow Jones fechou em alta de 0,7%, aos 16.314 pontos, o S&P 500 recuou menos que 0,1%, aos 1.931 pontos, e o Nasdaq perdeu 1%, aos 4.686 pontos.

Bolsa de Xangai fecha em queda

As bolsas chinesas fecharam em baixa nesta sexta-feira. Em Xangai, o Xangai Composto caiu 1,60% aos 3.092,35 pontos enquanto o SZSE Component caiu 3,26%.

Já em Tóquio, o Nikkei 225 subiu 1,76% aos 17.880,51 pontos; em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,43% aos 21.186,32 pontos; e em Taiwan, o Taiwan Weighted fechou em alta de 0,11, aos 8.132,35 pontos.

Em Seul, o Kospi teve queda de 0,22% aos 1.942,85 pontos; e em Cingapura, o Straits Times fechou em baixa de 0,33% aos 2.836,37 pontos.

No encerramento em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,58%.

No final do dia em Xangai, o dólar estava em 6,3744 yuans, com baixa de 0,13% em relação aos 6,3828 yuans do fechamento de quinta-feira.

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quinta-feira (24/9) com algumas delas recuperando-se das perdas de quarta-feira e outras mostrando cautela antes de um discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen.

Na China, o dia foi de recuperação, após os mercados asiáticos reagirem em baixa na quarta-feira a novos dados fracos sobre a atividade manufatureira chinesa.

Bolsas europeias encerram em alta

As principais bolsas da Europa encerraram em alta. Em Paris, o CAC-40, teve alta de 3,07%, aos 4.480 pontos;  em Frankfurt, o DAX-30, avançou 2,77%, aos 9.688 pontos; e em o Londres, o FTSE-100 subiu 2,47%, aos 6.109 pontos.

A Ibovespa fechou em queda de 1,02% nesta sexta-feira (25), aos 44.831 pontos. Às 10h57, o índice subia 0,14% aos 45.353,71 pontos, ainda sob influência da fala do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na quinta-feira (2, sobre a manutenção da taxa Selic. Contudo, às 11h33, registrava queda de 0,66%, aos 44.993 pontos.

Na véspera, a Bovespa fechou em baixa pelo quinto pregão consecutivo. No mês, o Ibovespa acumula perda de 2,86% e, no ano, de 9,43%.

Em Wall Street, o Dow Jones fechou em alta de 0,7%, aos 16.314 pontos, o S&P 500 recuou menos que 0,1%, aos 1.931 pontos, e o Nasdaq perdeu 1%, aos 4.686 pontos.

Bolsa de Xangai fecha em baixa

As bolsas chinesas fecharam em baixa nesta sexta-feira. Em Xangai, o Xangai Composto caiu 1,60% aos 3.092,35 pontos enquanto o SZSE Component caiu 3,26%.

Já em Tóquio, o Nikkei 225 subiu 1,76% aos 17.880,51 pontos; em Hong Kong, o Hang Seng teve alta de 0,43% aos 21.186,32 pontos; e em Taiwan, o Taiwan Weighted fechou em alta de 0,11, aos 8.132,35 pontos.

Em Seul, o Kospi teve queda de 0,22% aos 1.942,85 pontos; e em Cingapura, o Straits Times fechou em baixa de 0,33% aos 2.836,37 pontos.

No encerramento em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,58%.

No final do dia em Xangai, o dólar estava em 6,3744 yuans, com baixa de 0,13% em relação aos 6,3828 yuans do fechamento de quinta-feira.

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quinta-feira (24/9) com algumas delas recuperando-se das perdas de quarta-feira e outras mostrando cautela antes de um discurso da presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen.

Na China, o dia foi de recuperação, após os mercados asiáticos reagirem em baixa na quarta-feira a novos dados fracos sobre a atividade manufatureira chinesa.

Bolsas europeias acabam negociações em alta

As principais bolsas da Europa encerraram em alta. Em Paris, o CAC-40, teve alta de 3,07%, aos 4.480 pontos;  em Frankfurt, o DAX-30, avançou 2,77%, aos 9.688 pontos; e em o Londres, o FTSE-100 subiu 2,47%, aos 6.109 pontos.

 

Temer minimiza risco de impeachment de Dilma e diz que CPMF não deve ser aprovada

Em encontro com varejistas, nesta sexta-feira, em São Paulo, o vice-presidente Michel Temer disse que não existe uma crise institucional no país capaz de levar a um processo de impeachment de Dilma Rousseff. Ele também afirmou que a CPMF não deve ser aprovada pelo Congresso.

Durante o almoço com integrantes do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), Temer foi indagado pela empresária Luiza Trajano sobre as possibilidades de aprovação da CPMF, a questão do aumento da carga tributária e se Dilma de fato corre o risco de ser retirada do cargo por impedimento.

Segundo o jornal Valor Econômico, Temer afirmou que não há risco de impeachment, minimizou a crise política e adotou a mesma linha de discurso apresentada pelo governo, que atribui a situação econômica do país, pelo menos em parte, a uma consequência da situação mundial.

O vice-presidente também disse que, pelo que tem ouvido de líderes de partidos e de parlamentares, a CPMF não será aprovada facilmente.

Ele também reiterou que os empresários têm papel de protagonismo para auxiliar o país a atravessar a crise econômica.

 

Lava Jato: Janot diz que não há dado para inclusão de Lula como investigado

No entanto, procurador é favorável à convocação de ex-presidente como testemunha

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, emitiu parecer favorável ao pedido da Polícia Federal (PF) para ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no inquérito principal aberto no Supremo Tribunal Federal para apurar fraudes na Petrobras. No entanto, Janot sustenta que o ex-presidente deve ser ouvido na condição de testemunha e não de investigado, como queria a PF. Para Janot, ainda não há nenhum dado objetivo que justifique a inclusão de Lula no rol dos investigados.

“Quanto aos novos nomes indicados pela autoridade policial, não há nada de objetivo até o presente momento que justifique uma ampliação, perante o Supremo Tribunal Federal, do escopo das pessoas investigadas. Isso não impede, entretanto, que as pessoas mencionadas pela Polícia Federal sejam ouvidas no presente inquérito, por ora, como testemunhas”, afirma Janot no parecer.

O procurador-geral alega que não é possível transformar uma pessoa de testemunha para investigada sem a indicação de um fato concreto que a vincule a um crime específico.

Janot lembra ainda que já existe uma investigação sobre fraudes na Petrobras na 13ª Vara de Curitiba relacionada a pessoas sem foro no STF. Para o procurador-geral, a PF deveria, então, fazer uma análise de cada caso concreto antes de se dirigir ao STF para evitar duplicidade de investigação.

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