Nobel da Paz vai para quarteto de diálogo nacional na Tunísia

Jornal do Brasil

Prêmio Nobel da Paz vai para o quarteto de diálogo nacional na Tunísia. O resultado foi anunciado em Oslo (Noruega) na manhã desta sexta-feira (9/10).

O grupo é composto por quatro organizações: a União Geral Tunisiana do Trabalho (UGTT, um sindicato), a União Tunisiana da Indústria, do Comércio e do Artesanato (Utica, patronato), a Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia (ONAT) e a Liga Tunisiana dos Direitos Humanos (LTDH).

De acordo com o comitê que entrega o prêmio “por sua decisiva contribuição para a construção de uma democracia pluralista no país durante a revolução de 2011”.

A Revolução de Jasmim foi o início do processo para derrubada do regime de Ben Ali na Tunísia e deflagrou também a Primavera Árabe em outros países da região, como Egito, Líbia e Síria. Ação das quatro organizações teve influência nessas regiões da África e do Oriente Médio.

A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, celebrou a escolha em sua conta no Twitter: “O Nobel da Paz ao Quarteto do Diálogo Nacional tunisiano mostra o caminho para resolver as crises na região: unidade nacional e democracia”.

Na lista de favoritos para ganhar o prêmio estavam Papa Francisco, Angela Merkel, um padre da Eritreia e um médico congolês.

Os vencedores dividirão os 8 milhões de coroas suecas (US$ 963 mil) concedidos pelo prêmio.

Por Denise de Almeida

 

Dilma faz visita de Estado à Colômbia para estreitar relação comercial

Agência Brasil

De acordo com o Planalto, Dilma será recebida nesta sexta-feira pelo presidente Juan Manuel Santos no Palácio de Governo, em Bogotá. A presidenta também vai visitar o Congresso Nacional e a Suprema Corte colombianos, e participará, ao lado de Santos, do encerramento de um fórum de empresários dos dois países.

O Palácio do Planalto informou que os ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira, vão acompanhar a presidenta na viagem.

De acordo com o subsecretário-geral da América do Sul, Central e do Caribe do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Paulo Estivallet de Mesquita, a expectativa é que sejam anunciados acordos de compras governamentais, facilitação de comércio e investimentos durante a visita.

“Temos um Acordo de Complementação Econômica, o ACE 59, que já cobre em torno de 80% do comércio. Gostaríamos de acelerar o cronograma da desgravação [redução] tarifária desse acordo e concluir um acordo automotivo”, acrescentou o embaixador, durante entrevista no Palácio Itamaraty, na semana passada.

De acordo com o ministério, a Colômbia é o segundo país mais populoso e a terceira maior economia da América do Sul, mas ocupa apenas o sétimo lugar como parceiro comercial do Brasil no continente americano. O comércio entre os países passou de US$ 1,1 bilhão, em 2005, para US$ 4,1 bilhões no ano passado.

Segundo o Itamaraty, mais de 90% da pauta de exportações brasileiras para a Colômbia são de industrializados, sobretudo produtos químicos, automóveis, peças automotivas e semimanufaturados de ferro e aço. A Colômbia exporta principalmente carvão e petróleo para o Brasil.

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