Balanço

0736

“ Desesperar jamais aprendemos muito nesses anos, afinal de contas não tem cabimento entregar o jogo no primeiro tempo.

Nada de correr da raia, nada de morrer na praia.” ( Gonzaguinha)

 

Sem dúvida que 2015, pelo menos para a maioria dos brasileiros, será um ano que não deixará muita saudade. Contudo é importante que façamos o balanço, mesmo com perdas e danos saímos em vantagem.

Viver vai além de construir soluções para questões do cotidiano ou até mesmo para outras mais complexas relativas a política e a economia.

Sem dúvida que essas últimas mexeram muito mais com os corações, com o bolso e até com a razão de muita gente. Manifestações contra e a favor do governo, protestos e paralizações.

Alguns perderam seu emprego de anos, viu a sua vida mudar de uma hora para outra. Outros conquistaram o seu primeiro “trampo”, veio em boa hora, não paga bem mas, já é um começo.

Um filho, um pai, um irmão foi mais uma vitima da violência. Não tinha sequer vinte anos, a polícia diz que ele “pode está envolvido”. Isso significa que ninguém irá responder na Justiça.

A justiça também teve o seu momento de glória, americanizou-se, personaliza suas ações. Depois da era Barbosa, vive-se a era “Moro”. Um jovem Juiz caçador de marajás é o nosso vingador, manda bacanas pro “xilindró”.

Advogados das grandes bancas “denunciaram” em vão as “preventivas”  e “provisórias” que viraram permanentes.  Criticaram, segundo eles,  a  violação de princípios e garantias constitucionais e desrespeito a “segurança jurídica”. Nada disso abalou o “Juiz do Paraná” mas, com certeza abalou as corporações.

Tivemos abalos também na saúde, corremos e sofremos nos hospitais. Lutamos por vagas para internar “pacientes”. E a sala dos boletins?  Alguns médicos lembravam os “torturadores do Doi-Codi”: “ vocês sabem que ele pode morrer se não tomar o remédio, não sabe?

E no futebol, seu time… Melhor não comentar. Pelo menos a Seleção está entre os quatro nas Eliminatórias da Copa do Mundo. Tem cartolas da FIFA presos, mais isso não é da Cota de Moro é com o FBI.

Você se apaixonou pela pessoa errada. Se servir de consolo muita gente já passou por isso, e toda paixão quando passa, mesmo com a pessoa “errada” trazem “certas” cobranças. Tente de novo afinal foi bom ( e gostoso) enquanto durou.

Enfim, o balanço é positivo afinal o ano acabou. Você é o protagonista da sua História aproveite as novas possibilidades. As expectativas chegam com o novo 2016. E como disse Gonzaguinha não vamos fugir da raia nem morrer praia.

Feliz 2016

 

Lembrete: o blog retornará em 10/01/2016

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