Economia: Petrobras dispara e segura alta do Ibovespa

Dólar, porém, continua se valorizando ante o real

A moeda norte-americana, contudo, volta a registrar uma alta expressiva em relação ao real, acima de R$ 4,15 na máxima da sessão, em resposta à decisão do Banco Central de manter a taxa Selic em 14,25 ao ano e com apreensões sobre China.

Nesta manhã, o Banco Central fez mais um leilão de rolagem dos swaps cambiais que vencem em 1º de fevereiro, equivalentes a US$ 10,431 bilhões, e oferta de 11,6 mil contratos.

Confira abaixo o movimento do mercado ao longo desta quinta:

Às 10h24, o Ibovespa tinha queda de 0,19%, aos 37.574 pontos.

Às 11h31, o movimento do índice era de alta, de 0,44%, aos 37.809 pontos.

Às 14h12, o índice subia 0,87%, aos 37.972 pontos.

Às 15h36, o Ibovespa subia 0,58%, para 37.864 pontos.

Às 16h22, o índice ganhava 0,24%, aos 37.736 pontos. Neste horário, as ações ordinárias (PETR3) da Petrobras subiam 6,75%, cotadas a R$ 6,33, enquanto as preferenciais (PETR4) avançavam 2,93%, a R$ 4,56.

A companhia exala otimismo global após um dia calmo nos mercados asiáticos e a fala do presidente do Banco Central Europeu, Mario Draghi, que indicou que novos estímulos à economia do bloco poderão ser anunciados em março.

A empresa ganha também com a forte valorização do petróleo que voltou a ser negociado acima dos US$ 30, repercutindo notícias de ataque a um terminal de exportação na Líbia, o que pode atrasar a reentrada do país africano no mercado internacional. A notícia supera os dados de estoque nos EUA de petróleo e gasolina que vieram fortes novamente.

Também por volta de 16h30, o dólar tinha valorização de 1,37% ante o real, cotado a R$ 4,1532 na venda.

Na quarta-feira (20), o Ibovespa caiu 1,08%, a 37.645 pontos. As ações ordinárias (PETR3) da Petrobras recuaram 3,58%, a R$ 5,93, enquanto as preferenciais (PETR4) tiveram baixa de 4,94%, a R$ 4,43. Suas ADRs, negociadas nos Estados Unidos, perderam cerca de 0,50%.

Bolsas chinesas e do resto da Ásia têm fortes perdas em meio a pessimismo

As bolsas chinesas voltaram a registrar perdas nesta semana, a mesma em que o país divulgou os resultados do seu PIB em 2015, que acabaram animando o mercado. A queda dos índices da China ficaram em torno de 3,5 nesta quinta-feira (21). A sessão chegou a registrar ganhos em meio a estabilização do yuan e injeção de liquidez pelo banco central da China, mas prevaleceram as preocupações com a possibilidade de uma nova crise econômica e com a queda brusca dos preços do petróleo.

Nos outros principais mercados asiáticos, o mesmo movimento de forte recuo.Xangai teve baixa de 3,2%, a 2.880 pontos, com bancos liderando as perdas. O Shenzhen, de menor abrangência, teve queda de 4%, a 1.800,99 pontos. No Japão, a bolsa teve queda de 2,4%, a 16.017 pontos. Em Cingapura, o Straits Times registrou uma queda de 1,06%, aos 2.532 pontos. Em Sydney, contudo, o S&P/ASX 200 avançou 0,46%, aos 4.864 pontos.

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