Félix articula dentro da ALBa e acredita que pedetistas votam em Coronel

segunda-feira, 30 janeiro, 2017

O presidente estadual do PDT, deputado federal Félix Mendonça Filho, saiu do gabinete e foi para o “terreno” articular contra o atual presidente da Assembléia Legislativa da Bahia, Marcelo Nilo (PSL), seu ex-colega de partido. Ele esteve durante toda tarde desta segunda (30) conversando com parlamentares sobre o apoio a Ângelo Coronel.

A idéia seria conseguir retirar pelo menos três votos de Nilo. Sobre a questão do secretário de Agricultura, que pretende deixar o cargo para votar, ele afirmou em entrevista ao Informe Baiano que “a decisão vai ser tomada hoje à noite em reunião com o Diretório do partido”.

“Vamos fechar questão. Se Roberto Carlos e Isidório declararam, declararam antes da decisão partidária. Eu acredito que eles vão acompanhar a decisão do partido, a decisão do Diretório”, disse.

Félix disse ainda ter certeza na vitória de Coronel e acredita que Nilo não tem forças para uma eventual briga futura com a Base.

“Se ele rachar, ele vai sozinho. Se ele perder essa presidência não tem um deputado que vai com ele”, disparou.

FONTE: http://informebaiano.com.br/22551/manchetes/felix-articula-dentro-da-alba-e-acredita-que-pedetistas-votam-em-coronel


BAHIA: Duelo dos Coronéis

segunda-feira, 30 janeiro, 2017
Nilo não sabe a quem agrada nessas 72h, provoca Ângelo Coronel

Foto: Reprodução/Metropress

O deputado estadual Ângelo Coronel (PSD) provocou hoje seu principal adversário na disputa pela presidência da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PSL), e afirmou que o atual presidente ‘não sabe a quem agrada nessas 72h’. Em entrevista à Rádio Metrópole nesta segunda-feira, 30, o parlamentar disse que ‘sente cheiro de vitória’ na quarta-feira, 01, dia em que será eleita a nova Mesa Diretora da Casa. “Nessas 72h ele (Nilo) não sabe a quem agrada. Chega para o governador e diz que não vai estar em palanque que Otto Alencar estiver em 2018. Diz a ACM Neto que o governador não está ajudando ele. Parece que ele está querendo criar cizânia na base governista. Eu sinto cheiro da vitória e Marcelo Nilo vai voltar para a planície”, disse. Em uma situação “consolidada”, Coronel analisou o possível apoio da oposição no pleito. “Estou ansioso, nossa eleição se torna viável. Amanhã, vamos fazer nossa reunião com o deputado Luiz Augusto para ver quem tem mais cacife. Um vai para a cabeça o outro vai para a vice”, afirmou. Segundo Coronel, será difícil para Nilo se acostumar longe da cadeira da presidência. “Ele ficar naquele topo dos 10 anos e voltar para os gabinetes comuns não deve ser fácil para ele. Marcelo Nilo usa a Assembleia como trampolim político, para tentar pressionar as lideranças maiores da Bahia”, completou.

Política Livre

Nosso comentário:

Ao não decidir, pela votação  em bloco  em um dos  candidato na disputa pela presidência da Assembléia legislativa da Bahia, a oposição  despolarizou a disputa. Contudo, a indefinição aumentou a temperatura entre os principais oponente. uma verdadeira batalha de coronéis, revivendo os tempos, pré Revolução de 1930,  de Cícero Dantas, o Barão de Jeremoabo.

Ressabiada com a derrota na disputa pela União dos prefeitos da Bahia, UPB, a oposição ao governo Rui muda de estratégia, preferiu o muro,  tornando o resultado das eleições imprevisível. E a situação tenta não rachar a base. Como não se faz omelete sem quebrar os ovos, tudo indica que após a eleição a base governista terá dois blocos: a do coronel de Antas e a outra do Coronel, do coração, de Maria.

 


Otto aponta manutenção na base de Rui, mas não aceita palavra colocada ‘à prova’

segunda-feira, 30 janeiro, 2017

Otto aponta manutenção na base de Rui, mas não aceita palavra colocada 'à prova'

Foto: Paulo Victor Nadal/ Bahia Notícias
Presidente estadual do PSD, o senador Otto Alencar tem estado nos holofotes após o partido ganhar protagonismo por conta das eleições de 2016, quando passou a liderar em termos de quantidades de prefeituras – são 82. O congressista, porém, minimiza a importância que a legenda ganhou e os impactos disso no arranjo de forças políticas no estado. “Então, você consegue fazer uns amigos que sempre são corretos, fiéis conosco. Mas isso não significa que nós estamos sentindo que podemos pressionar o governador ou querer de alguma forma ter vaidade ou orgulho sobre isso”, afirma, acrescentando, no entanto, que não aceitará ter sua lealdade colocada à prova. “Não aceito isso. Se a qualquer momento o governador, ou Wagner, ou quem quer que seja, colocar minha palavra ou meu compromisso à prova, aí quebrou a confiança, eu não continuo mais”, diz.  Ainda na seara da correlação com a base aliada de Rui, explica o lançamento do deputado estadual Ângelo Coronel (PSD) à disputa pela presidência da Assembleia Legislativa da Bahia, que vem angariando apoios e ameaça a permanência do atual presidente, Marcelo Nilo (PSL). “É Importante que Marcelo entenda que qualquer político pode discordar dele no processo democrático. Isso não significa nem traição, nem conspiração, nem sublevação contra o desejo dele”, destaca. Apesar de ter votado contra o impeachment  da ex-presidente Dilma Rousseff, na contramão do seu partido, que se posicionou favorável, fez críticas aos governos petistas no que diz respeito à situação do Velho Chico, permanente bandeira sua no Senado. “O governo Dilma foi completamente indiferente a isso, a ex-ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, completemente indiferente, os ministros da Integração que passaram, completamente indiferentes”, aponta, estendendo à crítica ao plano Novo Chico, lançado pelo governo Michel Temer, mas que ainda não saiu do papel. Otto ainda garantiu a permanência na base do governador Rui Costa e já anunciou seus planos para 2018, que não incluem a participação na corrida eleitoral. “Se você assume o mandato, se propõe a fazê-lo, deve leva-lo até o fim. Me propus a ser senador da República e estou trabalhando com essa finalidade”. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista da semana com o senador Otto Alencar. 
Bahia noticias

Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht

segunda-feira, 30 janeiro, 2017
Jornal do Brasil

O próximo passo será encaminhar o material para a Procuradoria-Geral da República.

Os documentos serão então analisados para dar prosseguimento às investigações.

Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht
Lava Jato: Cármen Lúcia, presidente do STF, homologa delações da Odebrecht

No dia 23 de janeiro, Cármen Lúcia, autorizou que os juízes auxiliares do gabinete de Teori Zavascki prosseguissem com os trabalhos nas delações premiadas de executivos e ex-executivos da Odebrecht na Operação Lava Jato.

Teori, que morreu na queda de um avião no dia 19, era relator da Lava Jato. A morte havia provocado a suspensão temporária dos trabalhos, com o adiamento de uma série de depoimentos de delatores.

Cármen Lúcia passou as últimas semanas de janeiro em reuniões com os juízes auxiliares do ministro. Ela também se encontrou com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Há uma grande expectativa da sociedade e, principalmente, da classe política em relação às delações de executivos da Odebrecht pois, segundo informações vazadas anteriormente, cerca de 200 políticos são citados como envolvidos no megaesquema de corrupção da Petrobras.

Relatoria

O STF precisa ainda definir com quem ficará a relatoria da Lava Jato. O regimento prevê algumas opções, como sorteio entre os ministros que atuam hoje no Supremo. Cármen Lúcia pode ainda decidir quem será o relator, dada a excepcionalidade do caso, ou delegar à Turma a qual pertencia Teori Zavascki um sorteio para a escolha do novo relator. Teori integrava a Segunda Turma do STF, composta pelos ministros Gilmar Mendes, Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli.

O presidente Michel Temer afirmou, durante o velório de Teori Zavascki, que vai aguardar que o Supremo indique um novo relator para os processos da Operação Lava Jato para só então escolher um nome para substituir o magistrado na Corte. “Só depois que houver a indicação do relator”, disse Temer.


Janot é contra interrupção da reforma da Previdência no Congresso

quarta-feira, 25 janeiro, 2017

Agência Brasil

Janot se manifestou em uma ação proposta no Supremo Tribunal Federal (STF) pela Confederação Nacional de Trabalhadores da Indústria Química (CNTQ) e mais dois sindicatos que pediam ao Judiciário a suspensão imediata da tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa a alterar as regras da aposentadoria.

Os requerentes alegavam que o texto proposto pelo governo na PEC 287/2016 fere preceitos fundamentais da Constituição, incluindo cláusulas pétreas, ou sejam, que não poderiam ser alteradas por meio de PEC. Entre os preceitos violados estariam a cidadania e a dignidade humana e o direito a uma aposentadoria digna.

Brasília – O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, posicionou-se contra a interrupção da reforma da Previdência, que foi enviada pelo governo ao Congresso no início de dezembro e se encontra em tramitação na Câmara dos DeputadosJosé Cruz/Arquivo Agência Brasil

Janot se posicionou contra a interrupção da reforma da Previdência
Janot se posicionou contra a interrupção da reforma da Previdência

Para o procurador-geral da República, julgamentos anteriores mostram que a própria jurisprudência  não permite a intervenção preventiva do Supremo no processo legislativo. A única exceção seria quando a ação fosse proposta por algum parlamentar, para assegurar o processo legislativo adequado, o que não é o caso.

“Ainda que possa haver na PEC 287/2016 ofensa potencial a preceitos constitucionais protegidos por cláusula pétrea, não há viabilidade de apreciar a pretensão deduzida pelos arguentes, por se tratar de mera proposição legislativa sujeita a debates e alterações no curso do processo legislativo”, afirmou Janot, que pediu o indeferimento total do pedido.

Ontem (25), representantes de confederações, associações e sindicatos realizaram um abraço simbólico do prédio da Previdência Social, em Brasília, em protesto contra as propostas do governo para mudar as regras da aposentadoria.

Proposta

Pelas novas regras apresentadas, o trabalhador precisa atingir a idade mínima de 65 anos e pelo menos 25 anos de contribuição para poder se aposentar. Neste caso, ele receberá 76% do valor da aposentadoria – que corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de um ponto percentual desta média para cada ano de contribuição.

A cada ano que contribuir a mais, o trabalhador terá direito a um ponto percentual. Desta forma, para receber a aposentadoria integral (100% do valor), o trabalhador precisará contribuir por 49 anos – a soma dos 25 anos obrigatórios e 24 anos a mais.

Ainda conforme a proposta do governo, haverá uma regra de transição para quem está perto da aposentadoria. Homens com 50 anos de idade ou mais e mulheres com 45 anos de idade ou mais poderão se aposentar com regras diferenciadas.

A regra de transição só vale para o tempo de aposentadoria, já para o cálculo do benefício valerá a nova regra proposta. Trabalhadores nessa situação deverão cumprir um período adicional de contribuição, uma espécie de “pedágio”, equivalente a 50% do tempo que faltaria para atingir o tempo de contribuição exigido.

O governo argumenta que a reforma é necessária por causa do envelhecimento da população e do aumento das despesas da União com o pagamento de aposentadorias, e que as medidas fazem parte do pacote de medidas do ajuste fiscal da economia.


Trump assina ordem que tira Estados Unidos do TPP

segunda-feira, 23 janeiro, 2017

Jornal do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou nesta segunda-feira (23) três ordens executivas, incluindo uma que retira o país do Acordo de Associação Transpacífico (TPP, na sigla em inglês).

A medida era uma promessa de campanha do republicano e indica que ele deve manter a postura protecionista adotada durante toda a disputa eleitoral e em seu discurso de posse. O tratado para a criação do TPP havia sido assinado em 2015, após sete anos de negociações.

Ele incluía 12 nações: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Singapura e Vietnã, além dos EUA. Com a saída norte-americana, o acordo, que reunia cerca de 40% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial, perderá bastante força.

A ordem executiva firmada por Trump foi apenas uma formalidade, já que o TPP ainda não havia sido ratificado pelo Senado e, portanto, não estava em vigor. O tratado fora firmado para reduzir barreiras alfandegárias e regulamentar preços e padrões ambientais em nações banhadas pelo Pacífico, mas recebeu muitas críticas do novo presidente, por supostamente ameaçar a economia norte-americana.

Donald Trump assina ordem que tira Estados Unidos do TPP
Donald Trump assina ordem que tira Estados Unidos do TPP

O republicano prometera tirar os EUA do TPP em seu primeiro dia de trabalho na CasaBranca. Além disso, ele quer renegociar o Nafta, acordo de livre-comércio com México e Canadá.

A saída do país do TPP deve inviabilizar a parceria, que buscava estabelecer um contraponto ao aumento da influência econômica e política da China.

A assinatura do TPP foi uma das principais iniciativas de integração comercial do antecessor de Trump, o democrata Barack Obama. O pacto, contudo, não chegou a ser ratificado pelo Congresso dos EUA. Durante a campanha à presidência, Trump criticou a integração comercial com outros países, afirmando que o livre comércio traz prejuízos para a indústria e o emprego nos EUA.

Aborto

Outra ordem executiva assinada por Trump proíbe a concessão de fundos federais a ONGs internacionais que promovam o direito ao aborto, um procedimento que havia sido introduzido em 1984, no governo Ronald Reagan, revogado por todas as administrações democratas que se seguiram e retomado por todas as republicanas.

Com Ansa


Marqueteiro de Aécio, Cabral, Pezão e Paes negocia delação na Lava Jato

domingo, 22 janeiro, 2017

Rio

Marqueteiro político das campanhas do senador Aécio Neves (PSDB), do ex-prefeito Eduardo Paes (PMDB), do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) e do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), o publicitário e antropólogo Renato Pereira, de 56 anos, dono da agência Prole, está negociando com o Ministério Público Federal sua delação premiada na Operação Lava Jato, de acordo com a coluna de Lauro Jardim, no Globo deste domingo (22).

Os investigadores chegaram ao nome do marqueteiro por meio da delação do diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio, Leandro Andrade Azevedo, que detalhou, por meio de uma planilha e de depoimento, repasse da empreiteira ao caixa 2 da campanha de Eduardo Paes em 2012. O mesmo ocorreu na campanha de Pezão para o governo do Estado.

Paes, Pezão e Cabral podem ser alguns dos atingidos em delação de publicitário
Paes, Pezão e Cabral podem ser alguns dos atingidos em delação de publicitário

De acordo com o executivo, a Odebrecht desembolsou R$ 11,6 milhões e US$ 5,7 milhões não declarados. Ainda na delação, Azevedo afirmou que parte do dinheiro foi entregue em espécie no endereço da agência Prole, no Rio, e o restante em contas no exterior indicadas pela mesma agência de publicidade, que prestava serviços à campanha, como revelou a revista Veja em dezembro do ano passado. Ainda segundo o executivo, os pagamentos eram acertados diretamente com Paes, que aparece como “Nervosinho” na lista de políticos da empresa.

O diretor da Odebrecht disse, na ocasião da delação, que o deputado Pedro Paulo (PMDB), candidato à Prefeitura do Rio na eleição passada, coordenava a campanha de Paes à reeleição e orientou que os pagamentos da empreiteira deveriam ser efetuados diretamente a Renato Pereira. Para os investigadores, uma futura delação do publicitário poderá elucidar informações já fornecidas por executivos da Odebrecht.

Na ocasião, o diretor da Odebrecht afirma que teve uma surpresa durante uma reunião no Palácio da Cidade, sede da prefeitura. “Questionei a Pedro Paulo como eu combinaria os pagamentos com Renato Pereira, quando então ele me disse que Renato estava do lado de fora da sala e entraria na sequência para tratar deste assunto. Combinei com Renato que os pagamentos seriam feitos via entregas semanais/quinzenais de dinheiro na[…] na Urca”.

Já o dinheiro enviado para fora do país tinha como endereços uma conta em Bahamas e outra na Suíça.


Marcha das Mulheres reúne milhares de pessoas contra Trump

sábado, 21 janeiro, 2017
Jornal do Brasil

Milhares de pessoas realizam neste sábado (21), no centro de Washington, a capital norte-americana, a Marcha das Mulheres em protesto contra as políticas de imigração e contra a retirada dos direitos à assistência médica para todos, anunciadas pelo novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Em apoio à manifestação, outras marchas de mulheres já estão sendo realizadas em várias cidades do mundo. As líderes do movimento estão convidando não apenas as mulheres, mas pessoas de qualquer idade ou sexo para participar do movimento.

Apesar do nome Marcha das Mulheres, os protestos contra o presidente empossado dos Estados Unidos reúnem também homens e crianças e as pautas progressistas são variadas e contrárias ao que Trump vinha pregando durante a campanha presidencial. As manifestações contra o republicano acontecem neste sábado (21) em mais de 600 cidades de 58 países.

>> Manifestantes tomam as ruas da capital contra Trump

>> Hillary não recebe cumprimento de Trump em posse

>> Trump toma posse como 45º presidente dos Estados Unidos

Mulheres marcham pelas ruas de Washington no dia seguinte à posse de Trump como presidente
Mulheres marcham pelas ruas de Washington no dia seguinte à posse de Trump como presidente

O primeiro ato de Donald Trump, que tomou posse nessa sexta-feira (20), foi a retirada do “ônus econômico” do plano de assistência médica à população dos Estados Unidos, que tinha sido aprovado pelo ex-presidente Barack Obama.

O plano é conhecido como Obamacare. Além de protestar contra a retirada do e contra as barreiras à imigração, a marcha também pede proteção ao meio ambiente, melhores salários e igualdade de gênero.

Antes de marchar pela capital norte-americana, as líderes do movimento estão promovendo shows de artistas e discursos de personalidades artísticas ou políticas que se destacaram em defesa de causas sociais ou direitos civis. Esses discursos e shows estão ocorrendo em uma área próxima ao Capitólio, prédio do Congresso norte-americano, mesmo local onde Trump tomou posse. A marcha começa nesse local e prossegue até as imediações da Casa Branca.

Austrália e Nova Zelândia

Milhares de cidadãos de várias cidades da Nova Zelândia e da Austrália iniciaram o movimento mundial de apoio às mulheres norte-americanas, que realizam hoje em Washington uma marcha contra as políticas do presidente Donald Trump.

A maior demonstração está sendo realizada em Sidney, na Austrália, onde milhares de pessoas se reuniram neste sábado para marchar pela cidade. Os organizadores da Marcha das Mulheres em Sidney afirmam que a passeata não é apenas contra as políticas de Trump e sim contra qualquer violação dos direitos das mulheres e das minorias.

Com Agência Brasil

Em apoio à manifestação, outras marchas de mulheres já estão sendo realizadas em várias cidades do mundo
Em apoio à manifestação, outras marchas de mulheres já estão sendo realizadas em várias cidades do mundo

Minirreforma de Rui Costa tem Wagner, Olívia Santana, Torres e mais dois novos secretários

sábado, 21 janeiro, 2017

 

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wagner-ruiA minirreforma do secretariado do governador Rui Costa (PT) se confirmou no final da noite desta sexta-feira (20). Como previsto no meio político, o ex-governador e ex-ministro Jaques Wagner se tornou secretário, assumindo a pasta do Desenvolvimento Econômico (SDE). Houve mudanças em outras quatro secretarias.

Com a confirmação do nome do petista, o arquiteto Jorge Hereda, que era o secretário da SDE, passa a assumir a BahiaInveste. Após a queda da presidente Dilma Rousseff, Wagner passou a cooperar com o governo Rui Costa e, em novembro do ano passado, assumiu o comando do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do Estado da Bahia (Codes).

Trocas do PCdoB

oliviaEntre as mudanças estão também uma troca de cadeiras nos cargos ligados ao PCdoB. A ex-diretora-geral da Bahiafarma, Julieta Palmeira, assume a Secretaria Estadual de Políticas para Mulheres (SPM), até então comandada por Olívia Santana (foto). Olívia se torna titular da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), que estava sendo comandada pelo também comunista Álvaro Gomes, ex-deputado estadual.

Outras mudanças

Já o deputado federal Fernando Torres (PSD, na foto abaixo) vai assumir a Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), e Vivaldo Mendonça assume a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti). Quem saiu da Sedur foi Carlos Martins, que não teve nome indicado para outro cargo até o momento.  torresFicou para depois a nomeação do titular da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), em substituição a Eugênio Spengler. Em nota, o governo informou que o novo nome será divulgado nos próximos dias.

O governador baiano também anunciou, pelo Twitter, a nomeação de Abal Magalhães para a presidência da Conder. Às 22h37 ele postou na mesma rede social: “Estou saindo agora da Governadoria porque fiz questão de conversar pessoalmente com cada um antes de anunciar as mudanças no secretariado”.

Em nota, Rui justificou a reforma. “As mudanças vão acontecendo de forma muito natural. O objetivo principal é melhorar ainda mais a gestão pública oferecendo à população dinamismo nos serviços prestados pelo Estado”.(Informações do Correio).

Fonte: http://www.interiordabahia.com.br


Teori julgou prisão de André Esteves, do BTG Pactual, sócio de dono do avião

sexta-feira, 20 janeiro, 2017
Carlos Filgueiras tinha 90% de capital de um fundo de investimentos do banco

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), morto nesta quinta-feira (19), viajava a bordo do avião do empresário Carlos Alberto Fernandes Filgueiras, que também morreu na queda da aeronave e era sócio do BTG Pactual, banco cujo ex-presidente André Esteves está entre os investigados da Lava Jato. Em dezembro de 2015, Teori revogou a prisão de Esteves, enviando-o à prisão domiciliar. Em abril de 2016, o ministro revogou a domiciliar.

Segundo informações do jornalista Alceu Castilho, do blog Outras Palavras, a Forte Mar Empreendimentos e Participações, uma das empresas do empresário morto na queda do avião, tem 90% de seu capital social em nome do Development Fund Warehouse, um fundo de investimentos do BTG Pactual.

Com todo respeito à imagem do ministro Teori Zavascki, respeito que se estende a seus familiares e amigos, o Jornal do Brasil não pode deixar de observar que a companhia desse empresário sócio do BTG Pactual a um ministro da Suprema Corte não era a mais recomendada, sobretudo nesse momento em que o Brasil inteiro vive uma crise das mais sérias em seus 500 anos.

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O ministro e relator da Lava Jato, Teori Zavascki, não merecia a morte que teve, mas o Brasil não merecia que em sua morte a companhia que o levou a esse fim trágico fosse um empresário sócio de um dos criminosos envolvidos no esquema que dilapidou a Petrobras e jogou o país na lama em que vivemos.

Se não bastasse a amizade entre ambos, o ex-ministro e ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e ex-ministro da Justiça Nelson Jobim foi recentemente contratado pelo BTG Pactual. Jobim também tinha boas relações com Teori. Especula-se que, se se concretizasse a queda do presidente Michel Temer, Nelson Jobim seria um forte candidato em eleições indiretas a assumir a Presidência da República do Brasil.


Donald Trump toma posse como novo presidente dos Estados Unidos

sexta-feira, 20 janeiro, 2017
Jornal do Brasil

O novo mandatário dos Estados Unidos Donald Trump foi empossado como o 45º presidente junto com o vice-presidente eleito Mike Pence. Eles prestaram juramento ao juiz John Roberts, que preside a solenidade.

A cerimônia, que está sendo transmitida ao vivo para todo o mundo, ocorre no Capitólio, o prédio do Congresso norte-americano. Segundo os organizadores, entre 900 mil e 1 milhão de pessoas, vindas de todo o país e do exterior, estão em Washington para assistir à posse.

Poucos minutos antes da posse, ativistas mascarados amassaram carros e quebraram vidraças de lojas em ruas da capital norte-americana, longe do Capitólio. Eles levaram bandeiras anarquistas pretas e cartazes com os dizeres: “Junte-se à resistência. Lute agora”. A polícia usou spray de pimenta para contê-los.

 

Rodeado por seus familiares, Donald Trump discursou pela primeira vez como presidente dos Estados Unidos, saudando todos os ex-presidentes que estão na cerimônia de posse e disse que os cidadãos “estão unidos para reconstruir nosso país”.

“Juntos vamos determinar o caminho dos EUA e do mundo. Vamos enfrentar desafios, mas vamos fazer o que precisarmos fazer”, acrescentou.

Trump agradeceu Barack Obama e Michelle por terem sido “magníficos” no processo de transição de poder. Ele afirmou ainda que seu governo vai “devolver o governo para o povo”.

“Enquanto Washington crescia, o povo perdia. Enquanto celebravam em Washington, o povo sofria. Mas, tudo muda a partir de agora. Este momento é de vocês e pertence a vocês”, disse Trump, acrescentando: “O que realmente importa não é que partido controla o governo, mas se o governo é controlado pelo povo. 20 de janeiro de 2017 será lembrada como a data que o povo voltou a ser o governo do país. Os homens e mulheres esquecidos, não serão mais esquecidos”.

Donald Trump também lembrou dos problemas econômicos e educacionais dos Estados Unidos, dizendo que eles causaram a violência e “uma carnificina” no país.

“Somos uma nação. Seus sonhos, são nossos sonhos. Seu sucesso, será nosso sucesso. Compartilhamos um lar, um país. E os votos que fiz hoje são para vocês, norte-americanos”, disse. E destacou: “Nós defendemos fronteiras de outras nações e nos recusamos a defender as nossas próprias. Gastamos trilhões em outros países, enquanto nossa indústria entrava em decadência. Ajudávamos os outros, enquanto nosso país se desfazia no horizonte”.

Por fim, o magnata afirmou que não decepcionará os norte-americanos.

“A proteção vai nos fazer forte. Eu vou lutar por vocês e jamais desapontar vocês. Os EUA vão voltar a vencer de novo, como nunca antes”, disse. Em outro recado, Trump pediu para que os “norte-americanos comprem de norte-americanos e que contratem norte-americanos”, completou.

O magnata teria se inspirado – e estudado – discursos dos ex-presidentes norte-americanos Ronald Reagan, John F. Kennedy e Richard Nixon para sua cerimônia de posse nesta sexta-feira (20), em Washington D.C. De acordo com a imprensa local, os discursos que mais foram analisados por Trump se referem aos de Nixon, em 1969, já que o republicano considerada parecidas as circunstâncias de hoje com as conjunturas políticas daquela época.

Nixon venceu as eleições presidenciais com um baixo percentual de votos (43%, enquanto Trump conquistou 46%) e assumiu um país marcado por tensões raciais e pelos efeitos da guerra do Vietnã. Ao tomar posse, Nixon pediu união entre os norte-americanos. O republicano foi o 37º presidente dos EUA, governou entre 1969 e 1974, foi o único a renunciar ao cargo, e o fez devido ao escândalo de Watergate, pouco antes do Congresso votar seu impeachment.

Trump discursa pela primeira vez como presidente dos Estados Unidos da América
Trump discursa pela primeira vez como presidente dos Estados Unidos da América

Barack Obama

Agora ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, deixou o Salão Oval da Casa Branca – o local mais importante e famoso da sede da Presidência norte-americana – pela última vez como presidente ao seu lado de seu vice, Joe Biden, acompanho pela esposa.

Horas antes de encerrar o mandato, o casal Barack e Michelle Obama lançaram um novo site. Na página, que pode ser acessada em http://www.barackobama.com, o casal se despediu dos cidadãos norte-americanos, após oito anos de mandato do democrata.

A foto de abertura do site mostra Michelle e Obama se abrançando em Washington D.C. “The Office of Barack and Michelle Obama” é o título principal da homepage. “A mudança que buscamos levará mais de um mandato ou de uma Presidência. A verdadeira mudança tomará mais anos e pede para cada geração abraçar as obrigações e oportunidades que vêm com o título de cidadão”, disse Obama.

 

Hillary Clinton e George W. Bush

O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush e sua esposa, Laura, estiveram em Washington para a cerimônia de posse do novo mandatário, Donald Trump. Durante a campanha presidencial, Bush e seu pai, George W.H. Bush, criticaram o magnata por diversas vezes.

O ex-presidente Bill Clinton e sua esposa, Hillary, derrotada nas eleições presidenciais, também estiveram presentes na cerimônia de posse no Capitólio.

A ex-secretária de Estado foi aplaudida ao chegar no Congresso, porém não recebeu cumprimentos do novo presidente, Donald Trump.

“Estou aqui hoje para honrar a democracia”, afirmou a democrata.

Manifestações nas redes sociais revelam lamentações pela presença da democrata na posse de Trump. Correspondente da Casa Branca, Maggie Haberman, comentou surpresa na cobertura ao vivo do jornal New York Times.

“É realmente surreal assistir Hillary Clinton chegando. E será expressivo assistir como Trump vai lidar com a presença dela, o que eu suspeito que o deixará desconfortável”, escreveu Maggie.

O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush e sua esposa, Laura, também chegaram a Washington para a cerimônia de posse do novo mandatário. Durante a campanha presidencial, Bush e seu pai, George W.H. Bush, criticaram o magnata por diversas vezes.

A polícia de Washington está em nível de vigilância elevado para a cerimônia, e está intervindo em manifestações contra o Trump. Ao menos duas pessoas foram presas por confrontos.

Redes sociais

A algumas horas de seu início, a posse do republicano Donald Trump como presidente dos Estados Unidos começa a figurar entre os temas mais discutidos em redes sociais. No Twitter, os termos #InaugurationDay (relativo à cerimônia) e Melania (que se refere à mulher do novo presidente dos EUA, Melania Trump) estão entre os mais comentados em todo o mundo.

Entre os internautas, o clima de dúvida sobre o futuro dos EUA impera. Alguns desejavam sorte ao novo presidente norte-americano. “Hoje é o dia em que o presidente eleito Donald Trump será empossado como presidente dos Estados Unidos! Boa sorte senhor”, dizia uma das mensagens. Outras não eram tão otimistas assim: “Bem, eu acho que “está tudo bem”! Vamos retroceder 50 anos hoje!”.

Internautas também aproveitam as redes sociais para, novamente, se despedirem de Barack Obama. “Obama está saindo, mas o que ele representava, não. Seu legado deve ter continuidade”, apontava um internauta.

A troca de comando não ocorre apenas na Casa Branca. Hoje, a conta do Twitter @Potus (sigla para The Presidente of United States) vai passar de Obama para Donald Trump. Na manhã desta sexta-feira (20), Obama fez as últimas postagens na conta em clima de despedida. Depois que Trump for empossado, as postagens de Obama passarão para o perfil @POTUS44. Ele escreveu o seguinte, em uma série de quatro tuítes:

“Foi a maior honra da minha servir a vocês. Vocês fizeram de mim um líder melhor e um homem melhor. Eu não vou parar; estarei com vocês como um cidadão, inspirado pelo clamor de justiça, bom humor e amor. Para o futuro, eu quero refletir sobre o que importa para vocês. Compartilhem seus pensamentos em Obama.org. Eu continuo pedindo para vocês acreditarem – não na minha capacidade de provocar uma mudança, mas na de vocês. Eu acredito na mudança porque acredito em vocês”.

Trump publicou pouco em redes sociais no dia da sua posse. Ele fez apenas um chamado para o evento: “Tudo começa hoje! Vejo vocês às 11h (horário da posse) para o juramento. O movimento continua. O trabalho começa”. Melania Trump e Michele Obama (esposas de Trump e Obama) não fizeram manifestações por redes sociais neste 20 de janeiro.

O presidente eleito, que usa muito a rede social para se posicionar politicamente, afirmou que a reforma do sistema de saúde promovida pelo presidente Barack Obama “em breve ficará na história”. Novamente no Twitter, Trump disse que o “Obamacare”, como ficou conhecido o programa de subsídios do governo para ajudar famílias a pagar um plano de saúde, é “insustentável”.

Acabar com o programa de saúde foi uma das principais promessas da campanha eleitoral do republicano, que tem a maioria de integrantes de seu partido no Congresso.

Trajetória

“A eleição de Donald Trump à presidência dos EUA após uma campanha fomentando ódio e intolerância, e o crescimento da influência de partidos políticos na Europa que rejeitam direitos universais, colocaram em risco o sistema de direitos humanos do pós-guerra”, afirmou a Human Rights Watch em seu Relatório Mundial de 2017, classificando o presidente eleito e vários outros líderes mundiais como ameaças aos direitos humanos.

Durante a coletiva de imprensa em Washington, Donald Trump, bateu boca com um repórter da emissora “CNN” e se recusou a ouvir a pergunta. “Vá adiante, você não. Sua empresa é horrorosa. Vocês publicam notícias falsas”, disse ao repórter. A “CNN” foi uma das empresas jornalísticas do país que divulgaram dossiê sobre supostas informações obtidas pelos russos sobre o republicano.

Relembrando um episódio durante as campanhas eleitorais no qual Trump ridicularizou um jornalista deficiente, a atriz Meryl Streep em um discurso na entrega do prêmio Globo de Ouro, no domingo (8), afirmou que “esse exemplo dado por uma pessoa tão poderosa dá permissão a outras pessoas para desrespeitar”.

“A violência incita a violência. O desrespeito incita o desrespeito. Se alguém usa sua posição para fazer bullying, todos nós perdemos”, ressaltou. Streep aumentou o tom e teceu críticas à política norte-americana, principalmente ao magnata e suas promessas durante sua campanha eleitoral, mas sem citar o nome do presidente eleito. Seguindo a atriz, o astro Robert De Niro também foi enfático ao reprovar Trump.

Diferentemente de outras estrelas de Hollywood, a atriz Nicole Kidman demonstrou apoio ao republicano, e pediu reforço aos norte-americanos. Durante entrevista à BBC, a atriz, que promovia seu novo filme “Lion”, disse que a população devia apoiar o magnata, uma vez que ele foi eleito pelo país para governar a casa Branca.

Outras estrelas como Emma Stone, Natalie Portman, Matthew McConaughey, Andrew Garfield, Felicity Jones, Dakota Fanning, Amy Adams, Chris Pine, Hailee Steinfeld, Taraji P. Henson, Michelle Williams, Greta Gerwig e Mahershala Ali também demonstraram apoio ao magnata.

*com Agência ANSA

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